17 JulAs narrativas de poder na terra da rainha


Visitar os lugares históricos e museus de Londres significa entrar em contato direto com o poder. Um poder austero, sem afetação. E talvez por isso, parece bastante consciente da sua abrangência e força. De não haver muito espaço para a ilusão que costuma acompanhar o poder. Difícil não sucumbir a esse tipo de pod

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10 JulOs meninos da caverna na Tailândia e o sagrado


Acompanhei, bastante apreensiva, devo confessar, o desenrolar do caso dos 12 meninos presos numa caverna com seu treinador na Tailândia. Logo que vi a foto dos meninos sentados calmamente esperando, após nove dias desaparecidos, num local úmido, escuro, frio, com alimento e água para poucos dias a mais, pensei na grande diferença entre o Oriente e o Ocidente.

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02 JulQual é a troca justa no amor aos 80 anos?


A tarde ensolarada e quente em Londres serviu de pano de fundo para um almoço delicioso no último domingo da nossa viagem. À medida que entrelaçávamos temas diversos, a diversidade oriunda de faixas etárias e nacionalidades distintas iam tornando nosso encontro rico e adorável.

À medida que íamos aprofundado as trocas, não pude evitar perguntar ao mais velho de nós, na faixa dos 80 aparentemente bem vividos, o que esperaria do amor a essa altura da vida. Respirando fundo me disse: lealdade.

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26 JunPor que ficar presos às lembranças dos amores vividos?


Muitas pessoas ficam presas a amores vividos no passado. Amores que se transformam em grandes roteiros que conduzem suas vidas. Os anos passam, possíveis novos amores chegam, mas aquele amor que ficou no passado, torna-se, injustamente, o que valida o futuro amor. Nesse cenário, é quase impossível, novos amores se tornarem realidade. Não há como competir com alguém que não está mais aí para viver toda a complexidade de uma relação. Com alguém que de certa forma, já está morto.

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13 JunA arte da diversidade: Barcelona


Anos atrás, quando ia abrir a behavior, conversei com algumas pessoas e recebi vários conselhos valiosos. Um deles tratava sobre a diversidade, que na época nem era conhecida com esse nome. Meu sonho era ter gente jovem antenada e com as características que, na época, representavam evolução: bilíngues no mínimo, viajados de preferência com um período de mochila nas costas e conectados com aquilo que havia de mais moderno nesses tempos: computador e acesso a e-mails.

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30 MaiA sabedoria de envelhecer


Cada um de nós tem um tipo de relação com a vida e por consequente, com a saúde e a beleza física. Estou entrando na meia idade com atenção total a tudo o que se passa nos meus corpos físico, emocional e intelectual. O que está claro para mim até agora, é que ficar mais velha requer muito mais de sabedoria do que de força e resistência física. E essa transferência de fonte de recursos leva um tempo para aprender.

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23 MaiCom qual príncipe estamos sonhando?


Definitivamente a realeza mexe com a gente. Crescemos ouvindo contos de princesas e príncipes, todos encantados, que vivem histórias de amor com finais felizes. Assistir ao casamento do Príncipe Harry com a americana Meghan Markle trouxe à tona em cada um de nós o sonho do amor encantado que um dia guiou, ou ainda guia, nossas escolhas amorosas. Podemos não acreditar mais nesse tipo de amor e até negá-lo, mesmo assim o sonho do amor encantado com o qual fomos nutridos desde pequenos continua latente dentro de nós

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07 MaiAmor maduro e leviandade não combinam


Nenhum amor deveria ser leviano pelas consequências que ele causa. Mesmo assim os há aos montes. Quando nos envolvemos com alguém seja por desejo, curiosidade, capricho, paixão ou mesmo para dar chances ao amor, estamos interferindo diretamente na vida de uma outra pessoa. E ela na nossa. Isso é inviável.

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26 AbrPor que insistimos em nos enganar?


O quanto queremos saber a verdade? Ao longo da minha vida fui conduzida pela crença de que as pessoas nem sempre sabiam o que estava acontecendo. De certa maneira, isso me fez ocupar o papel de quem aponta e traz à luz uma situação de forma clara. Até hoje me incomodo com a simulação – muitas vezes necessária nas relações. A diferença é que hoje aprendi que, na maioria das vezes, as pessoas não querem saber o que está acontecendo. Especialmente se é algo delicado. Difícil de lidar.

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17 AbrA riqueza da não forma


Quando os primeiros Movimentos Humanos começaram a tomar forma nas minhas análises de pesquisa, fiquei entusiasmada com a possibilidade de observar novas formas sociais sendo criadas. Comecei a ver, por exemplo, como o homem ia tomando contato com sua sensibilidade, alterando seu aspiracional masculino. A esse processo e tudo o que isso implica, chamei do Movimento Humano O Homem Sensível. Vi também como o desejo de viver um amor romântico-companheiro que a mulher e o homem tinham, mesmo que nem sempre ousassem confessar, tinha se tornado uma realidade. Chamei essa forma de Movimento Humano A Volta do Amor.

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