03 SetO Museu Nacional e o canto das sereias do mar


Dizem que quem mora no litoral é encantado pelos cantos das sereias do mar. Essa pode ser uma das explicações para o torpor do Rio do Janeiro. Uma cidade que sai da euforia para a depressão com facilidade surpreendente. Difícil encontrar o Rio sereno, equânime, lúcido. Nessa gangorra emocional as melhores e as piores coisas costumam acontecer por lá.

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28 AgoVale insistir em uma relação que não tem futuro?


Lembro de um amigo me contando uma recente viagem que ele fez com uma pessoa com quem estava saindo. Era uma relação que vinha acontecendo há alguns meses. Sem grandes compromissos assumidos, a relação se mantinha em grande parte devido à utilidade que tinha para meu amigo. Morando fora de São Paulo e vindo para a cidade semanalmente, a relação fazia com que sua estadia fosse menos solitária. Especialmente nas noites que não arranjava companhia melhor.

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10 JulOs meninos da caverna na Tailândia e o sagrado


Acompanhei, bastante apreensiva, devo confessar, o desenrolar do caso dos 12 meninos presos numa caverna com seu treinador na Tailândia. Logo que vi a foto dos meninos sentados calmamente esperando, após nove dias desaparecidos, num local úmido, escuro, frio, com alimento e água para poucos dias a mais, pensei na grande diferença entre o Oriente e o Ocidente.

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13 JunA arte da diversidade: Barcelona


Anos atrás, quando ia abrir a behavior, conversei com algumas pessoas e recebi vários conselhos valiosos. Um deles tratava sobre a diversidade, que na época nem era conhecida com esse nome. Meu sonho era ter gente jovem antenada e com as características que, na época, representavam evolução: bilíngues no mínimo, viajados de preferência com um período de mochila nas costas e conectados com aquilo que havia de mais moderno nesses tempos: computador e acesso a e-mails.

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20 MarO que o assassinato de Marielle Franco ensina sobre nossa sociedade?


Difícil falar sobre o que significa a morte da vereadora Marielle Franco do Rio de Janeiro. Difícil porque para compreender tudo o que essa morte representa precisamos ter uma clara visão sistêmica do momento da sociedade e como o poder opera.

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07 MarMarço. Tempo de reflexão, desapego e inícios.


Adoro março. É o mês em que se inicia o outono abrindo espaço para a reflexão e a eliminação daquilo que não queremos mais. Na Roda do Ano mítica de vários povos indígenas e indo-europeus, o ano se inicia nesse período porque acreditam que era no “anoitecer”, longe da luz que torna tudo visível e público, que as coisas começavam. Assim como o bebê está vivo muito antes de vir à luz, o que colocamos para fora, já foi criado e construído muito antes dentro de nós.

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11 JanQue tenhamos todos mais felizes deveres nas nossas vidas


Após algumas semanas em pausa me vejo no prazeroso e ao mesmo tempo desafiador momento de escolher com qual tema começar o ano. As pausas nos permitem com maior morosidade divagar sobre certos assuntos. A aproximação da virada do ano nos traz, quase que inevitavelmente, um pensar sobre o nosso futuro.

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07 DezAlimentando a alma


Caminhando em direção à instalação da artista plástica Valeska Soares em Inhotim, vejo saindo da galeria uma mulher de meia idade. À medida que nos aproximamos posso perceber que está sorrindo, com um olhar maroto. Ao cruzar por mim, me olha e abre um sorriso como se quisesse compartilhar sua alegria.
 

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22 SetO ciclo da vida: o que queremos semear nesta primavera?


No entanto venho refletindo e me preparando para viver plenamente a primavera, penso na vida cheia de tarefas e compromissos que a gente foi construindo ao nosso redor.

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06 SetA urgência por uma visão integradora na nossa sociedade


Ambas correntes políticas fizeram coisas nobres e corretas. Ao mesmo tempo, erraram muito. Prejudicaram o país, seu crescimento e desenvolvimento social.

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