Sobre o Blog

Aqui, a pesquisadora e pensadora, Nany Bilate aborda nos seus textos os Movimentos Humanos, estudo que apresenta as transições de valores e crenças sociais que apontam os caminhos que estamos escolhendo para criar uma nova realidade.

06 FevOs buracos na nossa vida


Tenho pensado sobre as grandes mudanças que vivemos de tempos em tempos. Sei que estamos em constante evolução, e que nestes tempos de transição de valores e crenças, as transformações parecem mais acentuadas. Porém, acredito que há fases nas nossas vidas que tudo parece levar para um clímax que desencadeia uma mudança estrutural. A partir desse ponto, poucas coisas serão como antes.

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31 JanCasou e mudou. Será uma sina?


Almoçando com uma amiga começamos a conversar sobre relacionamentos. Recém-casada, estava descobrindo aos poucos características do marido que não combinam tanto com sua perspectiva de vida.

Vários podem se perguntar como alguém casa e não percebe isso antes? Pode haver diversos motivos, e, por conta disso, vou me focar só em alguns. Tem pessoas que mudam após o casamento. Mudam para voltar a ser o que talvez tenham sido sempre até se apaixonarem. 

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24 JanSonhar, realizar e tudo mais que existe no meio do caminho


Neste início de ano, pensando sobre meus desejos, lembrei de um aniversário meu de muitos anos atrás. Era uma época que trabalhava muito e tinha em mim uma quase angústia sobre meu futuro. Por conta disso, gostava de passar meus aniversários sozinha. Viajava e aproveitava o tempo para me restabelecer do ano que tinha passado e pensar – muito – sobre o novo ano. 

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16 JanHipocrisia ou simplesmente humanos?


Entanto o mundo dava milhões de likes ao discurso enérgico de Oprah na premiação do Globo de Ouro perante uma plateia com mulheres vestidas de preto em referência ao movimento #MeToo; o cantor Seal levantou a questão do que chamou de hipocrisia hollywoodiana publicando uma foto da Oprah beijando o até então todo poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado de predador sexual de Hollywood.

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11 JanQue tenhamos todos mais felizes deveres nas nossas vidas


Após algumas semanas em pausa me vejo no prazeroso e ao mesmo tempo desafiador momento de escolher com qual tema começar o ano. As pausas nos permitem com maior morosidade divagar sobre certos assuntos. A aproximação da virada do ano nos traz, quase que inevitavelmente, um pensar sobre o nosso futuro.

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21 DezMarília Mendonça e as crenças sobre o amor


Final de ano, tempo que alinho os aprendizados na teia que representa para mim os Movimentos Humanos. Tenho interiorizado bastante sobre…

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11 Dez51 anos. Mais do que uma boa ideia, um mar de possibilidades


Me saber de meia idade chega a ser divertido. A ideia que temos de uma pessoa com mais de 50 anos é distinto do que vemos por aí. Quero pensar que estou sendo lúcida em afirmar que a maioria de nós, cinquentões do ambiente sociocultural que frequento, está melhor fisicamente do que nossos pais e a geração deles.

Mesmo assim, os anos não passaram em vão. Eu vivi 50 anos. Toda essa bagagem me acompanha e é notória na minha forma de ver o mundo e no meu corpo físico, conjunto que me tornam a mulher que sou hoje.

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07 DezAlimentando a alma


Caminhando em direção à instalação da artista plástica Valeska Soares em Inhotim, vejo saindo da galeria uma mulher de meia idade. À medida que nos aproximamos posso perceber que está sorrindo, com um olhar maroto. Ao cruzar por mim, me olha e abre um sorriso como se quisesse compartilhar sua alegria.
 

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04 DezUm conto de fadas reformulado: a feminista e o príncipe


Antes um conto de fadas tinha que ter uma frágil menina, de preferência, pobre e sofrida; que encontrava um lindo e forte príncipe. O príncipe podia ser um guerreiro, quase sempre solitário e triste ou ogro e grosseiro, que via sua vida transformada e iluminada pela doce e adorável donzela.

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15 NovDa Sociedade Par à Coletividade


O poder na relação homem e mulher vinha se transformando há anos e os casais que representavam a Sociedade Par tinham decidido viver diferente dos pais.

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