{"id":2811,"date":"2019-07-30T12:29:13","date_gmt":"2019-07-30T15:29:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/?p=2811"},"modified":"2019-08-06T19:17:27","modified_gmt":"2019-08-06T22:17:27","slug":"ninho-vazio-e-agora-casal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/pt\/ninho-vazio-e-agora-casal\/","title":{"rendered":"Ninho vazio. E agora, casal?"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Primeiramente, para se adaptar ao ninho vazio \u2013 ocasi\u00e3o em que os filhos saem da casa dos pais para viver suas pr\u00f3prias vidas \u2013 os casais precisam gostar do vazio e da companhia um do outro. Os filhos preenchem e ocupam o dia a dia. Viram tema de conversa. Motivo de di\u00e1logo. Quando eles saem de casa, por maior que seja o elo com eles, cria-se uma dist\u00e2ncia. Surgir\u00e3o dias em que o coment\u00e1rio n\u00e3o gira mais em torno deles. \u00c9 nesse momento que o casal volta a olhar um para o outro e reinicia uma parceria amorosa. Ou n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Considero que, nas <strong>rela\u00e7\u00f5es amorosas<\/strong>, existem alguns pontos cruciais que chamo de \u201c<strong>pontos-risco de relacionamento<\/strong>\u201d. S\u00e3o momentos de virada. De mudan\u00e7as no fluxo da rela\u00e7\u00e3o. Momentos no qual o sistema em que a rela\u00e7\u00e3o est\u00e1 organizada se v\u00ea obrigado a mudar. Essa reorganiza\u00e7\u00e3o de sistema, que envolve combinados, regras, <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/familia-casamentos-ampliando-roda-de-aprendizados\/\">valores pessoais<\/a> e formas como o fluxo da vida a dois segue, exige de cada um dos envolvidos tomar consci\u00eancia do que quer para o futuro.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Nos pontos-risco de relacionamentos, precisamos parar e repactuar a rela\u00e7\u00e3o. Para isso, \u00e9 necess\u00e1rio usar a racionalidade no amor \u2013 ponto que tenho trazido bastante nos meus textos. Muitas pessoas t\u00eam uma vis\u00e3o exclusivamente <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/o-que-move-tuas-relacoes-romanticas-afetivas\/\">rom\u00e2ntica dos relacionamentos amorosos<\/a>. O amor a dois pode ou n\u00e3o ser rom\u00e2ntico. E, n\u00e3o sendo, n\u00e3o significa que \u00e9 menos amor. O romantismo \u00e9 uma forma de viver e transmitir o amor. N\u00e3o \u00e9 a \u00fanica. Nem a melhor. Fomos criados, no Ocidente, com a idealiza\u00e7\u00e3o do <strong>amor rom\u00e2ntico<\/strong>. Colocamos a r\u00e9gua l\u00e1 em cima. A realidade, a vida como ela \u00e9, dificilmente atingir\u00e1 nossas expectativas rom\u00e2nticas. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que nos frustramos tanto no amor \u2013 e, por que n\u00e3o, na vida.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para viver uma rela\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e prazerosa, <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/quando-o-amor-se-torna-racional\/\">precisamos de racionalidade<\/a>. A rela\u00e7\u00e3o a dois nada mais \u00e9 do que um contrato que envolve sentimentos. Num bom contrato, ambos precisam sentir que est\u00e3o ganhando o suficiente, e cedendo at\u00e9 o ponto que n\u00e3o lhes agrida. Ganhar e ceder. \u00c9 assim que as boas rela\u00e7\u00f5es se estabelecem. \u00c9 um sistema de troca. Quanto mais justo, melhor o ethos (esp\u00edrito) da rela\u00e7\u00e3o envolvida.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A mudan\u00e7a trazida pelos pontos-risco de relacionamentos nos obriga a olhar para n\u00f3s mesmos, para o nosso par e para a terceira pessoa, que \u00e9 o relacionamento que criamos a dois. Vamos lembrar sempre que, nesse caso, s\u00e3o tr\u00eas entidades: eu, o outro e n\u00f3s dois. Enquanto os filhos moram junto, esses detalhes muitas vezes passam despercebidos. Fica tudo t\u00e3o entrela\u00e7ado que parece uma coisa s\u00f3. S\u00f3 que na realidade \u00e9 um sistema. Nutrido por todos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 no vazio que a aus\u00eancia dos filhos oferece que podemos entender para que lado fomos caminhando como pessoas e como casal. Se nossos interesses individuais mudaram ou n\u00e3o, desde o in\u00edcio da rela\u00e7\u00e3o. \u00c9 natural mudar. Crescer e evoluir envolvem mudan\u00e7a. A dificuldade recai quando, nessas mudan\u00e7as, vamos nos afastando dos interesses comuns do casal. Mais usual do que a maioria pensa, caminhar em dire\u00e7\u00f5es diferentes n\u00e3o deveria ser uma surpresa, e sim algo visto como parte do processo de amadurecimento.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A racionalidade tira o peso da idealiza\u00e7\u00e3o. Se mudamos de rumo e o outro deseja seguir outra trilha, \u00e9 hora de negociar. Ganhar e ceder, lembra? <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/solidao-das-mulheres-que-investiram-em-autoconhecimento\/\">Cobrar porque o outro mudou de opini\u00e3o ou de desejo de vida, \u00e9 cobrar o fato de que o outro viveu e evoluiu.<\/a> Talvez o questionamento seja: por que eu n\u00e3o mudei? Como escrevi no meu Instagram: &#8220;s\u00f3 muda quem est\u00e1 vivo&#8221;. Uma das fant\u00e1sticas frases que ouvi na pe\u00e7a <em>Arthur e Merlin, Um Sonho de Liberdade<\/em>.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A vida \u00e9 s\u00e1bia. O vazio \u00e9 um momento \u00fanico e rico para nos questionarmos. O que eu quero para o futuro? Ainda queremos as mesmas coisas? Queremos seguir juntos? \u00c9 no vazio que podemos ouvir melhor nossa voz interior. N\u00e3o devemos ter medo dela. \u00c9 nossa maior aliada. At\u00e9 porque andar a dois &#8211; convencidos de que \u00e9 a melhor alternativa &#8211; torna o caminho mais leve e f\u00e1cil. Andar separados \u2013 convencidos de que fizemos a melhor trilha poss\u00edvel at\u00e9 o momento, s\u00f3 que queremos coisas distintas para o futuro e seria muito dif\u00edcil continuar juntos \u2013 pode diminuir a dor que a separa\u00e7\u00e3o costuma trazer. Nenhuma separa\u00e7\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Continuar juntos tampouco\u00a0o \u00e9. S\u00f3 que ambos podem ser simples quando organizamos, gra\u00e7as \u00e0 racionalidade, nossos desejos e nossos sentimentos.<\/p>\n<p><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeiramente, para se adaptar ao ninho vazio \u2013 tempo do casal em que os filhos saem da casa para viver suas pr\u00f3prias vidas \u2013 os casais precisam gostar do vazio e da companhia um do outro. Os filhos preenchem e ocupam o dia a dia. Viram tema de conversa. Motivo de di\u00e1logo. Quando eles saem da casa, por maior o elo com eles, cria-se e uma dist\u00e2ncia. Surgir\u00e3o dias em que o coment\u00e1rio n\u00e3o gira mais em torno deles. \u00c9 nesse momento que o casal, volta a olhar um para o outro e reiniciar uma parceria amorosa. 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