{"id":2937,"date":"2019-10-01T13:16:51","date_gmt":"2019-10-01T16:16:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/?p=2937"},"modified":"2019-10-02T16:17:12","modified_gmt":"2019-10-02T19:17:12","slug":"solitude-que-alimenta-o-ninho-vazio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/pt\/solitude-que-alimenta-o-ninho-vazio\/","title":{"rendered":"A solitude que alimenta o ninho vazio"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">No m\u00eas passado, falei sobre a dificuldade do casal em viver uma nova fase: o <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/ninho-vazio-e-agora-casal\/\"><strong>Ninho Vazio<\/strong><\/a>. Diversos coment\u00e1rios que recebi me levaram a pensar o quanto \u00e9 uma fase dif\u00edcil. Junto \u00e0s mudan\u00e7as da faixa et\u00e1ria \u2013 mulheres entrando no climat\u00e9rio \u2013, novo momento do casal, transforma\u00e7\u00e3o de ciclo profissional&#8230; Tempo de transforma\u00e7\u00f5es intensas, especialmente para quem se dedicou quase que integralmente \u00e0 fam\u00edlia.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Toda essa reflex\u00e3o s\u00f3 refor\u00e7a em mim a convic\u00e7\u00e3o de que \u00e9 importante ter um tempo para atividades exclusivamente minhas. Sei que, com filhos pequenos ou mesmo adolescentes, constru\u00e7\u00e3o da vida financeira e tudo o mais que est\u00e1 em volta, a frase acima soa como mais uma<a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/a-sina-feminina-que-insistimos-em-manter\/\"> cobran\u00e7a entre tantas que as mulheres recebem<\/a>. S\u00f3 que essa demanda \u00e9 da gente para a gente. E talvez por isso a cumpramos menos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Cumprir o m\u00ednimo necess\u00e1rio do trin\u00f4mio <em>eu, eles\/n\u00f3s e a vida<\/em> deveria ser mandat\u00f3rio. Para nossa<strong> sa\u00fade espiritual, mental, emocional e f\u00edsica<\/strong>. Dar um tempo para respirar fundo, se nutrir e reorganizar \u2013 que \u00e9 como eu vejo o meu tempo s\u00f3 \u2013 se torna obrigat\u00f3rio quando pensamos em sa\u00fade. Com a sa\u00fade em equil\u00edbrio, podemos nos entregar com maior propriedade \u00e0s outras atividades. Afinal, ningu\u00e9m oferece aquilo que n\u00e3o tem. <strong>Vida equilibrada<\/strong> gera atitudes equilibradas. O contr\u00e1rio tamb\u00e9m \u00e9 verdadeiro.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O que entendo por atividades de prazer pessoal s\u00e3o atividades que <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/a-solitude-e-o-belo-nutricao-da-alma-para-o-novo-florescer-2\/\">alimentem nossa alma<\/a> e corpo sem envolver o resto da fam\u00edlia. Sim, um prazer s\u00f3 nosso, mulheres (cabe aqui uma explica\u00e7\u00e3o: esse conselho serve tamb\u00e9m aos homens, embora considere que eles usem desse direito com maior facilidade. Heran\u00e7a de uma cultura machista que lhes forneceu essa atividade, como direito e como normalidade). Podem ser atividades simples, como ir ao sal\u00e3o de beleza, sem pressa. Tomar um caf\u00e9 ou almo\u00e7ar com algu\u00e9m que seja divertido e interessante ou, simplesmente, dormir at\u00e9 mais tarde.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Alimentar seu pr\u00f3prio ser \u00e9 se tornar autossuficiente. Isso n\u00e3o tem nada a ver com ego\u00edsmo, se essa nutri\u00e7\u00e3o acontece equilibradamente com a dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 fam\u00edlia e as responsabilidades associadas a elas. Reconhecendo o que \u00e9 essencial dessa responsabilidade e o que seria bom, mas poderia ser deixado de lado. \u00c0s vezes movidas pela s\u00edndrome de\u00a0<strong><em>m\u00e3e e mulher perfeita<\/em><\/strong>, fazemos al\u00e9m de nossa capacidade. Nesse momento, atentamos contra nossa sa\u00fade emocional, psicol\u00f3gica e at\u00e9 f\u00edsica.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Acredito que devemos aceitar o outro pela autossufici\u00eancia. N\u00e3o pela depend\u00eancia. Se saber autossuficiente \u00e9 fundamental. Podemos estar melhores com os outros. Podemos preferir e adorar viver em comunidade. Mesmo assim, considero essencial para o equil\u00edbrio se saber bem s\u00f3. Muda a forma como nos relacionamentos com a vida. Quem \u00e9 dependente costuma cobrar do outro a dedica\u00e7\u00e3o entregue. Isso n\u00e3o \u00e9 justo. A car\u00eancia gera cobran\u00e7a, e isso cansa.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Quando me casei pela segunda vez \u2013 com meu atual marido e o companheiro da minha vida \u2013, minha vida virou, de certa forma, do avesso. Tinha ficado, entre um casamento e outro, doze anos s\u00f3. Independente, vivia minha vida conforme a queria. Salvo as responsabilidades empresariais e familiares com minha m\u00e3e, o que ditava minha rotina eram exclusivamente meus interesses. De repente, me vi imersa numa rela\u00e7\u00e3o que me deixava t\u00e3o feliz quanto&#8230; presa.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Presa pela minha pr\u00f3pria vontade de estar o tempo todo ao lado do meu amor. Como se quisesse recuperar o tempo perdido, j\u00e1 que nos encontramos ao redor dos quarenta anos. Presa numa rotina que desconhecia e tomava boa parte do meu tempo: administrar uma casa com marido e dois filhos que moravam com ele. Filhos maravilhosos, devo dizer, mas que, mesmo sem ter essa inten\u00e7\u00e3o, demandavam aten\u00e7\u00e3o e cuidado.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Durante alguns anos, mergulhei nessa din\u00e2mica que nunca acabava. Parecia que o tempo dedicado nunca era suficiente. Parecia que havia sempre uma falta, um erro, um \u201cdeveria ter sido\u201d. Quem \u00e9 madrasta sabe que o peso \u00e9 maior. Logo cedo descobri que a sociedade n\u00e3o perdoa uma madrasta. Se voc\u00ea foi boa e leve, \u00e9 porque eles n\u00e3o s\u00e3o seus filhos. Se voc\u00ea foi firme, \u00e9 porque eles n\u00e3o s\u00e3o seus filhos. H\u00e1 uma restri\u00e7\u00e3o social com algu\u00e9m ocupar o espa\u00e7o \u2013 e espa\u00e7o aqui se refere ao trabalho, ao fazer \u2013 da m\u00e3e que gera. Tudo isso caiu sobre meus ombros e meus sentimentos ao aceitar o homem que amava.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o foi f\u00e1cil, mas tampouco foi t\u00e3o dif\u00edcil. Ter um companheiro que se abria ao di\u00e1logo, ter enteados bons, doces e amorosos ajudou muito. Estudar comportamento humano e fazer terapia por anos foi decisivo. Quem ficava na cr\u00edtica era a sociedade, e sinceramente, para ela sempre soube criar cercas e dist\u00e2ncia. Num determinado momento, quando me percebi infeliz, entendi que tinha ido para o outro extremo. Da liberdade quase absoluta, tinha migrado para a entrega quase absoluta. Precisava buscar o equil\u00edbrio<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Como j\u00e1 disse antes, o equil\u00edbrio n\u00e3o \u00e9 um ponto fixo. N\u00e3o \u00e9 um lugar aonde se chega. \u00c9 um estado constante de movimento. Assim, at\u00e9 hoje busco equilibrar o meu trin\u00f4mio <em>eu, eles\/n\u00f3s e a vida<\/em>. Meus enteados partiram, e ficamos n\u00f3s dois. Nova mudan\u00e7a, nova fase. Nova busca de novo equil\u00edbrio. S\u00f3 que, com a li\u00e7\u00e3o aprendida, o caminho \u00e9 mais f\u00e1cil.<\/p>\n<p><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O m\u00eas passado falei sobre a dificuldade em viver uma nova fase do casal: o Ninho Vazio. Diversos coment\u00e1rios que recebi, me levaram a pensar o quanto \u00e9 uma fase dif\u00edcil. 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