{"id":3186,"date":"2020-03-13T15:32:58","date_gmt":"2020-03-13T18:32:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/?p=3186"},"modified":"2020-03-13T15:32:58","modified_gmt":"2020-03-13T18:32:58","slug":"mulheres-executivas-e-maternidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/pt\/mulheres-executivas-e-maternidade\/","title":{"rendered":"Mulheres executivas e a maternidade"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O mundo corporativo valoriza a praticidade. Essa valoriza\u00e7\u00e3o foi crescendo \u00e0 medida que a complexidade dos neg\u00f3cios aumentou, quando a din\u00e2mica da globaliza\u00e7\u00e3o atingiu nosso microcosmo e a busca por lucro aumentou exponencialmente. Precisamos fazer mais com menos. N\u00e3o d\u00e1 tempo de se deter em todos os detalhes nem sofrer com as perdas que toda escolha implica (ou, se sofrer, temos que aprender a n\u00e3o deixar que isso se torne uma doen\u00e7a na nossa alma). Temos que escolher o melhor ou o menos pior. R\u00e1pido.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">No <strong>ambiente corporativo<\/strong>, ter praticidade \u00e9 uma qualidade. Especialmente porque exige olhar uma situa\u00e7\u00e3o com clareza e distanciamento, para poder decidir e agir corretamente. Caracter\u00edsticas que costumam ser associadas \u00e0 frieza, especialmente pelos melodram\u00e1ticos. N\u00e3o que eles estejam errados: de certo modo, se seguirmos o racioc\u00ednio de que distanciamento causa esfriamento, h\u00e1 certa l\u00f3gica. A quest\u00e3o talvez seja a negatividade com que classificam a frieza, dada a dramaticidade com que costumam olhar a vida.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O que acontece quando a <strong>praticidade corporativa<\/strong> \u00e9 aplicada ao exerc\u00edcio da maternidade? \u00c9 quase um crime. Por qu\u00ea? Porque existe uma<strong> vis\u00e3o romantizada<\/strong> sobre o papel da m\u00e3e e a <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/a-pressao-social-para-que-tenhamos-filhos\/\">fun\u00e7\u00e3o da maternidade na vida de uma mulher.<\/a> Ali\u00e1s, vis\u00e3o rom\u00e2ntica que costumamos ter sobre diversos aspectos da vida, mas que, no caso da maternidade, toma propor\u00e7\u00f5es extraordin\u00e1rias. Digamos que a maternidade seja associada, por muitos, como o maior ou principal <strong>prop\u00f3sito de vida de uma mulher<\/strong>. Nesse contexto social, a praticidade aplicada ao exerc\u00edcio da maternidade pode ser vista at\u00e9 como uma falha.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para as mulheres que trabalham no mundo corporativo e buscam crescer dentro da hierarquia da organiza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1, pelo menos at\u00e9 aqui, como n\u00e3o agir de forma pr\u00e1tica no exerc\u00edcio de criar um filho. Delega-se, sim, boa parte das tarefas. Perdem-se diversos detalhes do dia a dia do filho e divide-se o cuidado e acompanhamento dessa crian\u00e7a, adolescente ou jovem adulto. N\u00e3o h\u00e1 milagre. Fica-se horas ou at\u00e9 dias longe e, por mais intera\u00e7\u00f5es que existam, h\u00e1 perdas. <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/melhor-mae-e-quem-fica-com-o-filho-na-primeira-infancia-ou-quem-trabalha-fora\/\">Seria melhor m\u00e3e se estivesse mais perto<\/a>? Seria melhor se tivesse um emprego que exigisse menos horas de trabalho? Seria uma m\u00e3e melhor se pudesse viver o dia a dia com seu filho?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o h\u00e1 respostas certas sobre o que n\u00e3o existe. Entrevisto mulheres h\u00e1 mais de 20 anos. Ou\u00e7o e vejo de tudo. A rela\u00e7\u00e3o de uma m\u00e3e com seu filho se define pelo papel que ela quer ocupar junto dele. A conselheira? A reguladora? A educadora? A provedora? A amiga? A engra\u00e7ada? A que abre o mundo? Tudo isso junto? Emocionalmente, para essa m\u00e3e, o desenvolvimento do papel e seu \u00eaxito dependem de quanto est\u00e1 preparada para renunciar a partes que comp\u00f5em o kit <strong>Ser M\u00e3e<\/strong>. Precisamos fazer escolhas. E aceitar as perdas que elas acarretam. Uma m\u00e3e segura das suas escolhas \u2013 ou mais bem trabalhada psicologicamente em rela\u00e7\u00e3o a suas perdas \u2013 costuma ser uma m\u00e3e mais equilibrada.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Como lidar com as perdas que a romantizada maternidade imp\u00f5e? Com consci\u00eancia e lucidez. O autoengano ou a n\u00e3o resolu\u00e7\u00e3o podem levar \u00e0 culpa. Carregar o fardo da culpa pode tornar tudo muito tenso e prejudicar, mais do que ajudar, esse ser humano a se desenvolver. Pela culpa, podemos errar com o excesso de complac\u00eancia ou sofrer em demasia com cada evento perdido na escola.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Quero deixar claro aqui que a responsabilidade de gerar e criar um ser humano, para mim, \u00e9 uma das miss\u00f5es mais importantes que carregamos na vida. <strong>Homens e mulheres<\/strong>. Portanto acredito que, decidindo ser m\u00e3e ou pai, temos a obriga\u00e7\u00e3o de nos responsabilizar por esse novo ser at\u00e9 sua vida adulta. Fazer o melhor por esse ser \u00e9 fundamental. Meu ponto \u00e9 a forma como levamos essa responsabilidade adiante. Tamb\u00e9m devo lembrar que a <strong>maternidade deveria ser uma escolha<\/strong>. Feita a favor dela, decidimos dividir mais ainda nosso tempo, abrindo m\u00e3o de uma maior liberdade. Como um novo desafio corporativo, precisamos arrega\u00e7ar as mangas e operar da melhor forma poss\u00edvel. Conscientes que \u00e9 um desafio mais complexo por carregar juntos nossas emo\u00e7\u00f5es, poss\u00edveis traumas, expectivas, ideia de maternidade que temos, e, especialmente, a vida de uma crian\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em ambientes de vulnerabilidade, as estat\u00edsticas mostram que uma m\u00e3e presente fisicamente faz diferen\u00e7a na sa\u00fade f\u00edsica, ps\u00edquica e emocional da crian\u00e7a. Fora desse aspecto social, acredito que depende do tipo de mulher que se \u00e9 para saber se ser\u00e1 uma boa m\u00e3e, independente de estar o tempo inteiro com o filho ou n\u00e3o. H\u00e1 mulheres \u00f3timas, outras s\u00e3o neur\u00f3ticas, nervosas, eg\u00f3istas, agressivas&#8230;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Quando pensamos numa m\u00e3e, logo pensamos numa pessoa saud\u00e1vel, feliz e bem-resolvida que ir\u00e1 criar um ser humano pacificamente, com harmonia e sabedoria. Quantas pessoas s\u00e1bias e pac\u00edficas voc\u00ea conhece? Algumas v\u00e3o me dizer que o amor materno cura tudo. Essa \u00e9 uma vis\u00e3o rom\u00e2ntica. Concordo que o amor pode curar. S\u00f3 que amor n\u00e3o est\u00e1 intimamente relacionado com o tempo de presen\u00e7a f\u00edsica, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Voltando \u00e0 <strong>mulher executiva<\/strong> que deseja crescer na hierarquia, ela precisa compreender que a aus\u00eancia f\u00edsica ser\u00e1 maior do que a presen\u00e7a. E que a presen\u00e7a f\u00edsica n\u00e3o ser\u00e1 substitu\u00edda. O que se perdeu por n\u00e3o estar presente perdido ficar\u00e1. Compreendendo e aceitando isso com serenidade \u2013 ainda que com pesar \u2013, ela poder\u00e1, maduramente, usar a praticidade para gerir sua rela\u00e7\u00e3o e exercer seu papel de m\u00e3e com sabedoria. Poder\u00e1 compreender, por exemplo, em que momento realmente \u00e9 importante para esse filho a sua presen\u00e7a f\u00edsica. Em que momento deve parar tudo para ouvi-lo, conversar, abra\u00e7ar. Ter uma <strong>m\u00e3e ausente<\/strong> em determinados momentos pode ser menos ruim do que n\u00e3o a ter por inteiro quando realmente precise dela.<\/p>\n<p><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mundo corporativo valoriza a praticidade. Essa valoriza\u00e7\u00e3o foi crescendo na medida que a complexidade dos neg\u00f3cios aumentou, quando a din\u00e2mica da globaliza\u00e7\u00e3o atingiu nosso microcosmo e a busca por lucro aumentou exponencialmente. Precisamos fazer mais com menos. N\u00e3o d\u00e1 tempo para se deter em todos os detalhes nem sofrer com as perdas que implica toda escolha (ou se sofrer, aprendemos a que n\u00e3o se torne uma doen\u00e7a na nossa alma). Vamos escolher pelo melhor ou pelo menos pior. 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