{"id":3191,"date":"2020-03-19T16:49:31","date_gmt":"2020-03-19T19:49:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/?p=3191"},"modified":"2020-03-19T20:44:47","modified_gmt":"2020-03-19T23:44:47","slug":"maes-executivas-e-o-retorno-ao-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/pt\/maes-executivas-e-o-retorno-ao-trabalho\/","title":{"rendered":"M\u00e3es executivas e o retorno ao trabalho"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em um dos textos, escrevi sobre as <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/mulheres-executivas-e-maternidade\/\">mulheres executivas que s\u00e3o m\u00e3es e a oportunidade que elas t\u00eam de usar a praticidade<\/a>, t\u00e3o desenvolvida no ambiente corporativo, para lidar com essa gloriosa miss\u00e3o. Continuo com o tema M\u00e3es Executivas e, desta vez, irei escrever sobre as executivas que decidem tirar um per\u00edodo sab\u00e1tico para cuidar do filho antes de retornar ao trabalho. Dependendo da cultura da empresa para a qual ir\u00e3o retornar, ser\u00e1 uma tarefa dif\u00edcil.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em primeiro lugar, devemos entender que o lar \u00e9 uma centr\u00edfuga que, se voc\u00ea n\u00e3o se cuidar, ir\u00e1 consumi-la inteira, e sobrar\u00e1 de voc\u00ea somente baga\u00e7o. E aqui ainda nem estou falando do beb\u00ea e de crian\u00e7as. S\u00f3 da casa. Trabalho em casa desde 2008, quando decidi fechar o escrit\u00f3rio para ter mais tranquilidade para minhas pesquisas. <strong>Ficar em casa \u00e9 uma constante abertura de vis\u00e3o<\/strong>. Exatamente o contr\u00e1rio do foco, t\u00e3o valorizado no <strong>ambiente corporativo<\/strong>. Voc\u00ea pode ser organizada \u2013 ali\u00e1s voc\u00ea deve \u2013, mas a casa tem vida pr\u00f3pria. Voc\u00ea est\u00e1 concentrada quando, de repente, v\u00ea uma en\u00e9rgica fileira de formigas que, organizadas militarmente, est\u00e3o acabando com as folhas de tuas plantas. Voc\u00ea pode ignorar e depois passar no mercado de plantas e comprar outra, ou voc\u00ea para tudo e vai lidar com elas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Voc\u00ea pode, no in\u00edcio, fingir que n\u00e3o viu as formigas ou o ar-condicionado que est\u00e1 pingando ou, ainda, a mania de teu marido ou filho de deixar o suco, de todos, fora da geladeira. Pode. S\u00f3 que precisa de muita fleuma para lidar com isso dia a dia, por meses e anos. O que eu aprendi comigo mesma <strong>trabalhando em casa<\/strong> \u2013 e olha que eu n\u00e3o tenho filhos! \u2013 e com as mulheres que fizeram a op\u00e7\u00e3o de ficar dois ou at\u00e9 cinco anos fora do <strong>mundo corporativo<\/strong> para ficar em casa cuidando dos filhos, \u00e9 que a forma de racioc\u00ednio muda. Fica mais complexa mesmo. Mais vari\u00e1veis s\u00e3o colocadas constantemente no nosso centro de decis\u00f5es. \u00c9 o filho que acordou com febre, \u00e9 a auxiliar dom\u00e9stica que n\u00e3o vir\u00e1, \u00e9 o g\u00e1s que est\u00e1 vazando e \u00e9 o texto que precisa ser finalizado para ser postado&#8230;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Quando trabalhamos fora, por ossos do of\u00edcio, h\u00e1 um desligar dos detalhes dessas quest\u00f5es. Quest\u00f5es que, vale lembrar, s\u00e3o vistas como menores por quase todos, incluindo n\u00f3s, at\u00e9 sermos respons\u00e1veis por elas no dia a dia. Delegamos. Simples assim. Ou resolvemos da melhor maneira poss\u00edvel dentro da nossa limita\u00e7\u00e3o de <strong>tempo x comodidade<\/strong>. Afinal, j\u00e1 temos quest\u00f5es \u201crelevantes\u201d a tratar na empresa. Novamente, trata-se do\u00a0<em>trade off<\/em>\u00a0necess\u00e1rio que comentei no outro texto. No meu entendimento, n\u00e3o d\u00e1, desculpem, para ser uma cuidadora do lar em todos os detalhes, dividindo o tempo entre trabalho, fam\u00edlia e vida pessoal. Vale sairmos da <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/no-amor-busque-a-imperfeicao\/\">vis\u00e3o rom\u00e2ntica da perfei\u00e7\u00e3o<\/a> e encarar que o mediano feito com amor \u00e9 mais do que perfeito!<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O perigo de ficar em casa \u00e9 que, al\u00e9m de ter que cuidar da casa que \u00e9 &#8220;viva&#8221; e do(s) pequeno(s) rebento(s), a fam\u00edlia \u2013 e quando falo em fam\u00edlia me refiro a todos mesmo \u2013 acha que, por estar em casa, voc\u00ea est\u00e1 dispon\u00edvel. Dispon\u00edvel para acompanhar algu\u00e9m ao m\u00e9dico, para comprar algo, para buscar uma informa\u00e7\u00e3o. Sabe o famoso \u201c<em>j\u00e1 que est\u00e1..<\/em>.\u201d? H\u00e1, no fundo, uma vis\u00e3o generalizada de que quem est\u00e1 em casa faz pouco e\/ou tem tempo sobrando. Ledo engano. O dif\u00edcil nesse momento \u00e9 voc\u00ea colocar o limite e simplesmente dizer n\u00e3o. Mesmo que seja vista como ego\u00edsta ou qualquer coisa do estilo. Ali\u00e1s, dizer n\u00e3o \u00e9 uma das coisas mais salvadoras da alma que eu conhe\u00e7o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">No in\u00edcio voc\u00ea fica firme: diz n\u00e3o, olha para as formigas e j\u00e1 coloca na lista a terceira planta que voc\u00ea ir\u00e1 comprar. Por\u00e9m, mesmo sem notar, voc\u00ea vai mudando. Voc\u00ea vai mudando e seu olhar vai alargando. Voc\u00ea vai ampliando e saindo do foco e praticidade corporativa \u2013 at\u00e9 porque logo, logo voc\u00ea descobre que essa praticidade n\u00e3o faz parte do racioc\u00ednio da m\u00e3o de obra que vem reparar teu ar-condicionado. \u00c9 outra forma de lidar com a realidade. Que n\u00e3o \u00e9 necessariamente pior ou melhor. Mas com certeza diferente. A l\u00f3gica \u00e9 outra e, sem nem notar, voc\u00ea vai compreendendo-a e assimilando-a. A crian\u00e7a, motivo de tua decis\u00e3o de <strong>ficar em casa<\/strong>, faz esse milagre acontecer \u2013 e digo milagre porque considero que o fluxo da vida dom\u00e9stica esteja mais pr\u00f3ximo ao fluxo da vida real do que o fluxo criado pelo mundo corporativo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">S\u00f3 que uma hora voc\u00ea quer voltar para o mundo corporativo. Voc\u00ea quer voltar porque tamb\u00e9m gosta do ambiente desafiador e relacional desse ambiente. Que, a seu modo, tamb\u00e9m ensina e promove desenvolvimento. Sem contar o dinheiro que ele oferece. \u00c9 nesse momento que as coisas come\u00e7am a n\u00e3o dar muito certo. Como se encaixar de novo no modelo estreito do foco corporativo? Como ficar presa a locais e hor\u00e1rios quando a vida est\u00e1 em m\u00e1xima evolu\u00e7\u00e3o l\u00e1 fora? Como ficar sentada, reuni\u00e3o ap\u00f3s reuni\u00e3o, com tanta coisa a ser feita? Dif\u00edcil. Especialmente se voc\u00ea gostou e se acostumou a viver na complexidade da vida.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Penso que as empresas n\u00e3o est\u00e3o preparadas para receber essa mulher que ficou dois, tr\u00eas, cinco anos fora do ambiente corporativo <strong>cuidando dos filhos<\/strong>, da fam\u00edlia, da casa e da vida. Uma pena, porque elas voltam mais plenas, ricas. Poderiam \u2013 e muito! \u2013 , contribuir com a mudan\u00e7a da cultura organizacional de que tanto se fala e que poucas conseguem fazer. Essas mulheres poderiam promover uma microrrevolu\u00e7\u00e3o gerando um fluxo mais org\u00e2nico naquilo que \u00e9 poss\u00edvel. Poderiam oferecer um olhar sobre como resolver problemas com solu\u00e7\u00f5es simples \u2013 algo que a gente aprende com a criativa m\u00e3o de obra que vem prestar servi\u00e7os em casa.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Claro que tamb\u00e9m devo mencionar aqui as mulheres que ficam perdidas na teia da vida. Infelizmente conhe\u00e7o v\u00e1rias. Tornam-se pouco produtivas pela capacidade de dispers\u00e3o e falta de finaliza\u00e7\u00e3o. Falta de direcionamento mesmo. S\u00e3o aquelas que, para ir comprar uma cenoura, aproveitam e conversam meia hora com quem encontrarem no meio do caminho. E quando v\u00e3o cozinhar se lembram de algo e come\u00e7am a digitar no WhatsApp, atrasando o almo\u00e7o de todos. S\u00e3o elas que se levantam para pegar algo e se distraem com algo ou lembram algo e deixam sem conluir o que come\u00e7aram. Ou entram nas redes sociais visualizando e comentando os posts de todos. At\u00e9 dos que n\u00e3o conhece.\u00a0 Nestes casos, realmente o mundo corporativo n\u00e3o se encaixa. Nem a pr\u00f3pria vida do labor. Esse grupo, reconhe\u00e7o, \u00e9 feito de mulheres \u2013 e, claro, de homens \u2013 que n\u00e3o gostam do trabalho profissional.\u00a0<strong>O trabalho profissional exige disciplina, direcionamento e finaliza\u00e7\u00e3o<\/strong>. Para estes, melhor n\u00e3o se autoenganar. Fica aqui a dica para refletir em qual perfil voc\u00ea se encaixa.<\/p>\n<p><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em primeiro lugar, devemos entender que o lar \u00e9 uma centr\u00edfuga que se voc\u00ea n\u00e3o cuidar, ser\u00e1 consumida inteira, e sobrar\u00e1 de voc\u00ea, somente baga\u00e7o. E aqui nem estou ainda falando do beb\u00ea e de crian\u00e7as. S\u00f3 da casa. 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