{"id":3219,"date":"2020-04-03T16:15:01","date_gmt":"2020-04-03T19:15:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/?p=3219"},"modified":"2020-04-03T19:40:41","modified_gmt":"2020-04-03T22:40:41","slug":"executivas-e-o-velho-dilema-do-sexo-e-romance-no-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/pt\/executivas-e-o-velho-dilema-do-sexo-e-romance-no-trabalho\/","title":{"rendered":"Executivas e o velho dilema do sexo e romance no trabalho"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div dir=\"auto\">Existe o antigo ditado que diz: &#8220;<strong>onde se ganha o p\u00e3o n\u00e3o se come a carne<\/strong>&#8220;. Desde que aumentamos enlouquecidamente as horas de trabalho, <strong>o p\u00e3o e a carne dividem o mesmo espa\u00e7o<\/strong>. N\u00e3o poderia ser diferente: para quem se dedica intensamente \u00e0 carreira profissional, os lugares de maior intera\u00e7\u00e3o social s\u00e3o, quase na maioria das vezes, o ambiente de trabalho e estudos. Ao mesmo tempo, n\u00e3o existe ponto mais cruel do que o <strong>sexo e amor<\/strong> para trazer \u00e0 tona o <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/o-receio-das-executivas-de-ser-vistas-como-feministas\/\">machismo corporativo<\/a>.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Sou da gera\u00e7\u00e3o para a qual ter casos \u2013 fossem entre solteiros ou casados\u00a0\u2013 era comum, embora as pessoas carregassem o peso do errado (pecado?). Lembro algumas ocasi\u00f5es em que algu\u00e9m falava de uma executiva e, como se fosse parte da apresenta\u00e7\u00e3o de seu curr\u00edculo, era(m) mencionado(s) seu(s) caso(s) no ambiente de trabalho. Se a executiva tivesse tido um caso com seu chefe ou algu\u00e9m da hierarquia superior a ela, muitas vezes isso aparecia como parte de seu diferencial para crescer profissionalmente. N\u00e3o lembro, em trinta e tr\u00eas anos de vida profissional, uma \u00fanica vez em que coment\u00e1rios com o mesmo tom tivessem sido feitos sobre um homem. Quando era ele quem tinha casos a serem relatados, era o garanh\u00e3o. E, dependendo do ambiente, essa defini\u00e7\u00e3o n\u00e3o significava algo negativo.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Mesmo assim, executivas e executivos com diversos casos amorosos, ou simplesmente <strong>sexuais<\/strong>, despertam nas pessoas um imagin\u00e1rio atraente. N\u00e3o \u00e9 de hoje que sabemos que o <strong>Poder Sobre<\/strong> (o tipo de poder que existe a partir da subjuga\u00e7\u00e3o descrito no Movimento Humano <em>Poder Ison\u00f4mico<\/em>) e a\u00a0<strong>atra\u00e7\u00e3o sexual<\/strong> andam pr\u00f3ximos. E ambos, talvez pelo lado pecaminoso com que foram colocados na nossa sociedade, atraem ao mesmo tempo que repelem.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Nesse contexto, o que acontece com as mulheres executivas \u00e9 que, quando elas s\u00e3o mais liberais nas quest\u00f5es amorosas e sexuais, elas fazem o estere\u00f3tipo perfeito da <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/mulher-na-lideranca-e-o-medo-de-perder-feminilidade\/\">mulher masculinizada<\/a>\u00a0(no sentido de poder) e perdida. Como se mulher n\u00e3o gostasse de sexo. Perdida na sua feminilidade, perdida no seu valor mais nobre que deveria ser a <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/maes-executivas-e-o-retorno-ao-trabalho\/\">maternidade<\/a> \u2013 m\u00e3e boazinha n\u00e3o pode ter muitos amantes \u2013, perdida na ideia de retid\u00e3o que ainda tenta se impor \u00e0s mulheres. O homem pode ser devasso. A mulher n\u00e3o. Dizem que faz parte da natureza humana. Para mim, faz parte da forma como o sistema patriarcal criou nossas regras morais.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Nascida num pa\u00eds conservador, logo cedo compreendi que a dignidade e o car\u00e1ter de uma mulher n\u00e3o radicavam na virgindade (ou em ter poucos parceiros, para ser mais moderna). \u00c9 claro que depende do que cada um entende por dignidade e car\u00e1ter (no sentido positivo). Durante meu caminhar profissional, no Brasil, fui reconhecendo &#8220;virgens&#8221; que eram pessoas m\u00e1s, e mulheres com uma vida sexual bem ativa, admir\u00e1veis pelo car\u00e1ter humano. Ao mesmo tempo, observei o contr\u00e1rio. Por isso a correla\u00e7\u00e3o entre virgindade e car\u00e1ter positivo n\u00e3o faz mais sentido para mim.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Qual \u00e9 o ponto, ent\u00e3o, que gostaria de trazer \u00e0 reflex\u00e3o neste texto para as mulheres executivas? A quest\u00e3o, acredito, n\u00e3o est\u00e1 na frequ\u00eancia da vida sexual dentro do mundo de sua profiss\u00e3o, mas, sim, na rela\u00e7\u00e3o que se tem com esse tipo de relacionamento. O sexo muda toda rela\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o querer assumir isso \u00e9 besteira. Por mais <strong>liberais e progressistas<\/strong> que possamos ser, carregamos em n\u00f3s \u2013 e na sociedade da qual fazemos parte \u2013 a cultura da virgindade (no sentido da sua simbologia). Quando somos <strong>livres no sexo\u00a0<\/strong>sabemos que estamos sendo transgressoras.\u00a0 E isso nos coloca num lugar de fragilidade. Especialmente num ambiente que detesta a transgress\u00e3o, como \u00e9 o ambiente corporativo.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Ao mudar a rela\u00e7\u00e3o que temos com nosso colega, subordinado, superior, parceiro ou cliente, vamos ter que lidar com isso. Podemos ser maduras e lidar com tranquilidade, mesmo que nunca saibamos como o outro vai lidar com a nova rela\u00e7\u00e3o que se estabelece. E devemos estar preparadas para qualquer tipo de rea\u00e7\u00e3o. A quest\u00e3o mais delicada \u00e9 quando a altera\u00e7\u00e3o na rela\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m muda a nossa <em>performance<\/em> profissional. E, infelizmente, \u00e9 o mais comum de acontecer.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Vejo as mulheres se envolverem e perderem seu equil\u00edbrio emocional, o que ocasiona uma mudan\u00e7a na sua qualidade profissional. O territ\u00f3rio do <strong>sexo e amor<\/strong> (mesmo que eles nem sempre andem juntos) ainda \u00e9 um territ\u00f3rio mal resolvido para a maioria das mulheres \u2013 por conta dos res\u00edduos da cultura da virgindade que mencionei anteriormente. S\u00e3o poucas as mulheres, mesmo entre as executivas mais bem resolvidas que conhe\u00e7o, que lidam em paz com a imagem de liberais no campo do sexo.<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">Algumas podem me perguntar, ent\u00e3o \u00e9 para n\u00e3o se envolver com ningu\u00e9m no ambiente de trabalho? A resposta \u00e9: n\u00e3o \u00e9 isso. At\u00e9 porque considero isso quase imposs\u00edvel, especialmente para as solteiras que est\u00e3o na fase dos encontros, mesmo que existam empresas que coloquem regras para evitar esse tipo de relacionamento. Como disse antes, pelo volume de horas que dedicamos \u00e0 carreira, \u00e9 mais comum encontrar nossos parceiros e envolvimentos amorosos e sexuais no ambiente de trabalho ou correlatos (cursos, amigos de colegas, etc.).<\/div>\n<div dir=\"auto\"><\/div>\n<div dir=\"auto\">O meu pedido \u00e9 que entendam que o sexo muda as rela\u00e7\u00f5es, que estamos no <em>borderline<\/em> entre o modelo cultural conservador e uma cultura de maior respeito \u00e0s diferen\u00e7as, e que devemos ter a for\u00e7a de carregar essa mudan\u00e7a como l\u00edderes, assumindo nossas a\u00e7\u00f5es de peito aberto e firme. Devemos entender que n\u00e3o existe mais vida pessoal distante da vida profissional \u2013 divis\u00e3o que nos permitia ter quase que uma quase vida dupla. Portanto, temos que assumir nossos atos com maturidade e, se a rela\u00e7\u00e3o mudar, tentar fazer com que seja uma mudan\u00e7a positiva para n\u00f3s, para o outro e para a empresa em que estamos. Afinal, intimidade n\u00e3o \u00e9 o problema. O problema \u00e9 n\u00e3o sabermos lidar com ela.<\/div>\n<p><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Existe o antigo ditado que diz: &#8220;onde se ganha o p\u00e3o n\u00e3o se come a carne&#8221;. Desde que aumentamos enlouquecidamente as horas de trabalho, o p\u00e3o e carne dividem o mesmo espa\u00e7o. N\u00e3o poderia ser diferente: para quem se dedica intensamente a sua carreira profissional, os lugares de maior intera\u00e7\u00e3o social s\u00e3o, quase na sua maioria de vezes, o ambiente de trabalho e estudos. 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