{"id":3225,"date":"2020-04-07T14:22:09","date_gmt":"2020-04-07T17:22:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/?p=3225"},"modified":"2020-04-07T14:22:09","modified_gmt":"2020-04-07T17:22:09","slug":"o-primeiro-ano-do-resto-das-nossas-vidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/pt\/o-primeiro-ano-do-resto-das-nossas-vidas\/","title":{"rendered":"O primeiro ano do resto das nossas vidas"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Copiei o t\u00edtulo do meu texto de um <strong>filme de 1985<\/strong> que me marcou bastante. Copiei porque considero que estejamos vivendo mundialmente o in\u00edcio de um <strong>novo ciclo<\/strong>. Em janeiro deste ano, enquanto <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/india-beleza-como-escolha\/\">viajava pela \u00cdndia,<\/a> fui refletindo sobre como um pa\u00eds t\u00e3o aut\u00eantico e singular a ponto de ser extremamente caracter\u00edstico, podia, ao mesmo tempo, apresentar tantos contrastes. Por um lado, tanta riqueza cultural e, por outro, tanta mis\u00e9ria. Tanta sabedoria e, ao mesmo tempo, tanta falta de infraestrutura. Tanta amorosidade, delicadeza e do\u00e7ura e tanta agressividade contra as mulheres e crian\u00e7as. Tanta tecnologia e, ao mesmo tempo, tanta precariedade. Lembro que, num dos textos que escrevi sobre minha experi\u00eancia, disse que a \u00cdndia continha o mundo todo nela. Conhecer a <strong>\u00cdndia<\/strong>, de certa forma, \u00e9 conhecer o mundo que criamos, s\u00f3 que sem disfarces. Sem periferias afastadas para que possamos fingir que elas n\u00e3o existem.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A minha experi\u00eancia nessa terra maravilhosa aprofundou minha convic\u00e7\u00e3o de que devemos mudar \u2013 e com agilidade \u2013 o sistema de valores que constru\u00edmos ao longo dos s\u00e9culos. Um sistema criado por e para o<strong> patriarcado<\/strong>. Sistema que ainda domina a maior parte dos pa\u00edses e sociedades \u2013 isso quer dizer que ainda domina nossa vis\u00e3o individual de mundo. Um sistema que felizmente vem sofrendo, especialmente nestes \u00faltimos cem anos, ataques ferozes. Suas estruturas est\u00e3o em parte derrubadas, avariadas ou comprometidas. Todos sabemos disso. Ao mesmo tempo, como um moribundo que se aferra \u00e0 vida, consegue se manter em p\u00e9 e continuar lutando por aquilo que n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Sou uma mulher de f\u00e9 profunda<\/strong>. Acredito em Deus e na espiritualidade, independentemente da religi\u00e3o. Respeito todas. E estar na \u00cdndia \u00e9 estar em contato com a f\u00e9 o tempo inteiro. Foi l\u00e1 que, ao acompanhar as not\u00edcias do mundo, tive um vislumbre que me encheu de confian\u00e7a: \u00a0as mudan\u00e7as aconteceriam r\u00e1pido. E, quando digo &#8220;r\u00e1pido&#8221;, minha aposta era de que terminar\u00edamos esta d\u00e9cada, que est\u00e1vamos iniciando, com a quest\u00e3o da<a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/equidade-de-genero-corporativo-comeca-em-casa\/\"> equidade de g\u00eanero entre homens e mulheres<\/a> quase resolvida. Resolvendo essa quest\u00e3o, que \u00e9 o cerne da quest\u00e3o das desigualdades nas rela\u00e7\u00f5es humanas, automaticamente avan\u00e7ar\u00edamos em outros campos. Como uma teia, dentro do sistema, tudo est\u00e1 interligado. Avan\u00e7ar\u00edamos na quest\u00e3o da desigualdade social, na quest\u00e3o ambiental e na quest\u00e3o do tipo de poder que necessita da subjuga\u00e7\u00e3o do outro para se estabelecer \u2013 o\u00a0<strong><em>Poder Sobre,<\/em><\/strong>\u00a0do <strong>Movimento Humano O Poder Ison\u00f4mico<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Desde a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.onumulheres.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/declaracao_beijing.pdf\">4\u00aa Confer\u00eancia Mundial sobre as Mulheres e a ado\u00e7\u00e3o da Declara\u00e7\u00e3o e Plataforma de A\u00e7\u00e3o de Pequim (1995),\u00a0<\/a>a luta pela equidade andou lenta e consistentemente. Esse movimento come\u00e7ou a tomar um volume de a\u00e7\u00f5es que \u00e9 dif\u00edcil n\u00e3o notar sua import\u00e2ncia. Chegamos a 2020 e a economia do mundo representada em Davos mostra movimentos claros de que o tempo limite para a mudan\u00e7a nos valores que promovem a desigualdade chegou. Metas e a\u00e7\u00f5es s\u00e3o anunciadas e repercutem no mundo todo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em outro territ\u00f3rio, n\u00e3o t\u00e3o distante assim da economia quanto possa parecer, a ind\u00fastria da moda \u2013 com todo seu capital intelectual, emocional e financeiro envolvido \u2013 se posiciona a favor do antes criticado <strong>Manifesto <em>AntiFashion<\/em><\/strong>,<strong><em>\u00a0<\/em><\/strong>escrito por<a href=\"https:\/\/casa.abril.com.br\/news\/li-edelkoort-cre-que-coronavirus-seja-um-marco-de-recomeco-para-sociedade\/\"> Li Edelkoort<\/a> em 2015. Era janeiro quando todas as revistas <em>Vogue<\/em> do mundo, ao todo s\u00e3o 26, lan\u00e7aram os novos valores e a miss\u00e3o que ir\u00e3o reger seus editoriais nesta d\u00e9cada. Diversidade, sustentabilidade para preservar o planeta para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es, responsabilidade e respeito s\u00e3o alguns dos valores escolhidos. Posicionamento que confirma o que Li, uma das mais poderosas profissionais em tend\u00eancias de moda e <em>design<\/em> no mundo, alertava no seu famoso manifesto: a quebra do sistema da ind\u00fastria fashion global tal qual foi constru\u00eddo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para que ningu\u00e9m tenha d\u00favida do objetivo da <em>Vogue<\/em>, em fevereiro, a sua toda poderosa editora-chefe, <a href=\"https:\/\/observador.pt\/2019\/11\/03\/o-estilo-a-obra-e-o-mau-feitio-anna-wintour-e-a-mulher-a-prova-do-tempo\/\">Anna Wintour,\u00a0<\/a>\u00e9 vista com seu casaco de pele sustent\u00e1vel. A ind\u00fastria da moda entendeu o recado: al\u00e9m de tentar parecer\u00a0<em>cool,\u00a0<\/em>ter\u00e1 que correr atr\u00e1s do per\u00edodo de nega\u00e7\u00e3o e se adequar. Isso envolve a ind\u00fastria da beleza, do consumo, dos ideais a serem vendidos. Podemos imaginar a influ\u00eancia dessas a\u00e7\u00f5es no consumo mundial de qualquer tipo de produto.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Devo confessar que fiquei feliz em acompanhar todos esses movimentos. Mesmo assim, considerava o fim desta d\u00e9cada como o tempo m\u00e9dio para poder enxergar essas mudan\u00e7as de formas mais tang\u00edveis. A\u00ed, chegou a <strong>Covid-19<\/strong>. Interessante como o sistema em que todos estamos inseridos \u2013 e que fica cada vez mais claro com uma doen\u00e7a mundial como essa \u2013 encontra maneiras de nos dizer que estamos colapsando e precisamos nos unir para evitar o pior. Queiramos ou n\u00e3o, ser\u00e1 o caminho. E, ap\u00f3s termos trilhado por esse, o mundo sa\u00edra diferente.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pois bem, agora posso me juntar aos confiantes. Afinal, como disse anteriormente, sou uma <strong>mulher de f\u00e9<\/strong>: sairemos diferentes e melhores. Sempre haver\u00e1 os que n\u00e3o aprendem com a vida \u2013 ainda existem pessoas dentre n\u00f3s que promovem o trabalho escravo, quer o que mais? Mas eles s\u00e3o a minoria. Com o sistema de <strong>valores se modificando<\/strong>, a nossa moralidade se altera. Quando nossa moralidade se altera, n\u00e3o aceitamos mais coisas que no passado pareceriam normais. Essa mudan\u00e7a, meus estudos indicam, j\u00e1 aconteceu em v\u00e1rios pontos. A Covid-19 veio acelerar nosso ritmo. Que possamos honrar todos aqueles que morreram e ainda, infelizmente, morrer\u00e3o pelo v\u00edrus, tornando essas mortes v\u00e1lidas para construir uma sociedade mais justa e equitativa.<\/p>\n<p><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Copiei o t\u00edtulo do meu texto de um filme de 1985 que me marcou bastante. O copiei porque considero que estejamos vivendo mundialmente o in\u00edcio de um novo ciclo. Em janeiro deste ano enquanto viajava pela \u00cdndia fui refletindo sobre como um pa\u00eds t\u00e3o aut\u00eantico e singular ao ponto de ser extremamente caracter\u00edstico, podia, ao mesmo tempo, apresentar tantos contrastes. Por um lado, tanta riqueza cultural e por outro, tanta mis\u00e9ria. Tanta sabedoria e ao mesmo tempo, tanta falta de infraestrutura. Tanta amorosidade, delicadeza e do\u00e7ura e tanta agressividade contra \u00e0s mulheres e crian\u00e7as. Tanta tecnologia e ao mesmo tempo, tanta precariedade. Lembro que num dos textos que escrevi sobre minha experi\u00eancia, disse que a \u00cdndia tinha o mundo todo nela. Conhecer a \u00cdndia, de certa forma, \u00e9 conhecer o mundo que criamos, s\u00f3 que sem disfarces. 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