{"id":3458,"date":"2020-06-09T14:42:20","date_gmt":"2020-06-09T17:42:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/?p=3458"},"modified":"2020-06-12T12:13:52","modified_gmt":"2020-06-12T15:13:52","slug":"ceder-e-do-feminino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/pt\/ceder-e-do-feminino\/","title":{"rendered":"Ceder \u00e9 do feminino?"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Boa parte de n\u00f3s, mulheres latinas acima de 40 anos, carregamos a cren\u00e7a de que <strong>amar significa<\/strong>, de certa forma, atender e ficar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do nosso amor. Seja talvez pela no\u00e7\u00e3o distorcida de autoridade que algumas mulheres t\u00eam em rela\u00e7\u00e3o aos homens \u2013 e por isso o tratam com um certo receio de desobedecer \u2013, seja pela ideia de que o homem \u00e9 um ser com uma certa fragilidade e, portanto, n\u00e3o devemos mago\u00e1-lo nem contrari\u00e1-lo. Podemos dizer que, no fim, \u00e9 comum as mulheres, especialmente as que est\u00e3o na faixa acima de 40 anos, irem acomodando suas vidas ao redor do seu amor, embora seja incomum o homem fazer o mesmo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para essas mulheres, parece que <strong>amar \u00e9 sin\u00f4nimo de ceder<\/strong> ao homem nas suas vontades e desejos. S\u00e3o aquelas mulheres que deixam de sair com suas amigas porque o namorado ou marido n\u00e3o gosta. S\u00e3o as que diminuem sua intera\u00e7\u00e3o social para atender ao companheiro. At\u00e9 os assuntos s\u00e3o selecionados de acordo com os interesses do par. S\u00e3o aquelas que buscam constantemente n\u00e3o contrariar seu amor com medo de que ele fa\u00e7a cara feia \u2013 a quest\u00e3o da autoridade \u2013 ou fique chateado \u2013 a quest\u00e3o da fragilidade. E tal qual uma crian\u00e7a mimada, esse homem vai aprendendo e puxando a corda at\u00e9, \u00e0s vezes, ela arrebentar.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Evidentemente que numa rela\u00e7\u00e3o ambos cedem. \u00c9 normal que a nossa rotina mude, assim como as nossas intera\u00e7\u00f5es, quando fazemos parte de um casal. O que n\u00e3o deveria ser &#8220;normal&#8221; \u2013 ou melhor, para as mulheres latinas acima de 40 anos, o que deveria ser superado \u2013 \u00e9 renunciar a quem se \u00e9, \u00e0quilo de que gosta, de quem se gosta, em nome de um amor e de um relacionamento. Por qu\u00ea? Pelo simples motivo de que manter aquilo que nos faz bem \u2013 amizades, rotinas, atividades e formas de viver a vida \u2013 faz que sejamos quem somos. Alegra nossa alma e nos torna pessoas mais leves e, por conseguinte, companheiras melhores.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Sempre me pergunto qual \u00e9 o ponto em que a balan\u00e7a fica equilibrada. Qual \u00e9 o ceder que comp\u00f5e uma rela\u00e7\u00e3o a dois de forma saud\u00e1vel e qual \u00e9 o ceder que vai mitigando nossa personalidade e nosso ser? Gosto de observar tanto meus entrevistados como as rela\u00e7\u00f5es em meu entorno e, sem d\u00favida, observo e reflito bastante sobre a minha pr\u00f3pria rela\u00e7\u00e3o amorosa. Por isso, posso dizer que eu mesma considero que costumo ceder constantemente. Acima dos 50 anos, latina e ainda hisp\u00e2nica, filha de uma mulher peruana de origem japonesa \u2013 dif\u00edcil n\u00e3o ter esse \u00edmpeto naturalizado dentro de mim.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para saber a medida em que o ceder me faz bem \u2013 o ponto de equil\u00edbiro da balan\u00e7a que mencionei acima \u2013, me observo e me questiono. Constantemente. N\u00e3o tenho medo de me questionar pelo simples fato de que n\u00e3o tenho medo da resposta que possa surgir. N\u00e3o temo tomar decis\u00f5es por mais velha que v\u00e1 ficando apesar de, como disse uma amiga, pode n\u00e3o ser quest\u00e3o de medo e sim de pregui\u00e7a. Creio que isso \u00e9 fundamental: nos questionarmos at\u00e9 a resposta se firmar dentro de n\u00f3s. Entendo que, como escrevi num outro<a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/e-possivel-ser-livre-num-relacionamento-amoroso-sem-independencia-financeira\/\"> texto<\/a>, quando se \u00e9 dependente financeiramente do companheiro n\u00e3o desejamos fazer esse tipo de questionamento. Vale colocar na balan\u00e7a e ver o que pesa mais: a estabilidade financeira e sua vida dedicada \u00e0 vontade do outro, ou a incerteza financeira em prol do autorrespeito. Cada uma sabe a dor e os medos que carrega. N\u00e3o existe uma decis\u00e3o que seja boa para todas, mas, insisto, tomar consci\u00eancia de tuas decis\u00f5es te far\u00e1 sentir mais dona da tua vida. Te trar\u00e1 seguran\u00e7a e paz.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Algumas rom\u00e2nticas podem me dizer que n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o financeira, e sim de amor. Bom, s\u00f3 posso dizer que aprendi cedo que o amor que machuca, que desintegra nossa personalidade, que submete nosso ser, pode ser um monte de coisas, <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/vale-insistir-em-uma-relacao-que-nao-tem-futuro\/\">mas n\u00e3o \u00e9 amor<\/a>. Nisto sou insistente: devemos aprender que <strong>amor e relacionamento<\/strong> s\u00e3o duas coisas separadas e que a <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/as-relacoes-precisam-de-reciprocidade-o-amor-nao\/\">rela\u00e7\u00e3o precisa de troca equitativa para se manter saud\u00e1vel<\/a>. O amor n\u00e3o; o amor existe por si s\u00f3. Cabe a cada uma decidir se leva o amor que sente pelo seu homem para longe dele e busca refazer sua vida, ou se vai se submeter aos caprichos do amor dentro de uma <strong>rela\u00e7\u00e3o abusiva<\/strong>. \u00c9 isto mesmo: considero tamb\u00e9m abusiva uma rela\u00e7\u00e3o que vai tirando de n\u00f3s as nossas vontades, os nossos sonhos, os nossos gostos e prazeres. N\u00e3o existe <strong>rela\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel<\/strong> sem que tenhamos que ceder; ao mesmo tempo toda rela\u00e7\u00e3o que vai tirando parte de n\u00f3s, querendo nos moldar \u00e0 maneira do outro, tem algo de abusiva.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Por isso, no meu caso, costumo tamb\u00e9m olhar para a pessoa que vou me tornando com o passar dos anos e avalio se \u00e9 algu\u00e9m que eu queria ser. O quanto abri m\u00e3o dos meus sonhos? Quantas amizades criei em meu entorno que gostaria de manter mesmo que estivesse sozinha? O que falta na minha vida como pessoa, como mulher? Olho para tr\u00e1s, vejo uma mulher que se foi e penso: o quanto desse ir foi por mim, por n\u00f3s ou por ele?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Precisamos de lucidez para avaliar nossa vida. Ela \u00e9 algo precioso de que devemos cuidar com amor. At\u00e9 para poder cuidar do outro. Ser feliz promove sa\u00fade, promove humor, leveza e harmonia. Faz bem ao entorno, \u00e0 sociedade e ao mundo. Sim, ao mundo tamb\u00e9m. N\u00e3o tem nada de ego\u00edsmo, at\u00e9 porque ao sermos <strong>pessoas felizes<\/strong> ajudamos nossos filhos a buscarem seu pr\u00f3prio caminho da felicidade. N\u00e3o \u00e9 isso que queremos para eles? Felicidade n\u00e3o se compra; se conquista passo a passo, muito mais dentro de n\u00f3s do que fora.<\/p>\n<p><\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Boa parte de n\u00f3s, mulheres latinas acima de 40 anos, carregamos a cren\u00e7a de que amar significa, de certa forma, atender e ficar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do nosso amor. Seja talvez, pela no\u00e7\u00e3o distorcida de autoridade que algumas mulheres t\u00eam em rela\u00e7\u00e3o aos homens \u2013 e por isso o tratam com um certo receio de desobedecer \u2013, ou talvez, seja pela no\u00e7\u00e3o de que o homem \u00e9 um ser com uma certa fragilidade, e portanto, n\u00e3o devemos mago\u00e1-los nem contrari\u00e1-los. 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