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16 Sep(Português) O silêncio do cidadão de bem


(Português) Hoje, meu caro e cara leitora, talvez meu texto não te agrade. Escrevi pensando em você que é um dos meus dez mil leitores mensais com quem tenho o prazer de compartilhar reflexões. Pensando no estilo de vida e pensamento que provavelmente compartilhamos por estarmos inseridos na mesma bolha social. Talvez você não queira ler até o fim. Mesmo assim, vou seguir o meu coração e escrever guiado por ele. Minhas palavras falam sobre algo que vem me incomodando profundamente: o silêncio e apatia dos bonzinhos e corretos. Vivemos num país pleno de injustiças sociais. A injustiça social existe provavelmente, desde tempos remotos e não são produtos exclusivos da nossa sociedade atual. O que é produto de nossa sociedade atual é sua manutenção e seu aprofundamento.

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10 Sep(Português) Relações familiares. Quem diz que são entre iguais?


(Português) Comentando com uns amigos sobre a última viagem em família que acabamos de realizar, ouvi o comentário: “viagem em família sempre acaba mal”. Creio que essa afirmação faz sentido por alguns motivos: em toda família há mágoas e ressentimentos. Sentimentos gerados, na grande maioria das vezes, pela expectativa de ações que esperamos que os outros façam. Acredito que há muita fantasia – o que considero bom – e ilusão – o que considero ruim – ao redor do significado de família na nossa sociedade.

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03 Sep(Português) Autoestima forte é produto da valorização da nossa origem


(Português) Acabei de voltar de mais uma viagem ao meu país, Peru. Voltei aos Andres peruanos, desta vez, com a família: meu marido, meus dois enteados e o companheiro de um deles. Resolvemos nos focar na região de Cusco e Machu Picchu, por ser a que melhor sintetiza a força do Império dos Quéchuas, hoje conhecidos como Incas. Um erro de denominação que carregamos até hoje – Inca era só o rei, como o Faraó era para os egípcios – e que será difícil de alterar dada a abrangência mundial que esse nome obteve.

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20 Aug(Português) As novas relações profissionais dentro do lar


(Português) Duas semanas atrás meu marido e eu almoçamos com um casal amigos nossos. Eles nos contaram como a vida tinha ficado melhor após terem conseguido uma babá para a filha de dois anos de idade. Lembro que num determinado momento do almoço, o marido comentou meio brincadeira, meio verdade, que iria tudo embora mesmo a babá. Quando minha amiga me ligou dias atrás, me pedindo indicação de uma nova babá, logo estranhei. O motivo que me disse, era que a babá estava usufruindo de partes da casa e produtos da casa, que consideravam privados e até íntimos, sem autorização. Enquanto a ouvia pensava como esse tipo de situação iria se tornar cada vez mais comum. E quanto, todos, tínhamos a aprender sobre as novas relações sociais. 

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13 Augrascunho


(Português) Os privilégios masculinos foram herdados de uma cultura antiga. Cultura que era transmitida desde cedo, no lar. O Poder Sobre podia ser agressivo e violento, que como todos sabem, leva atá hoje ao feminicídio. Ou podia ser discreto. Mostrando uma braveza contida. Ameaçadora. Que carregava, muitas vezes, na sua sutileza, uma violência tão daninha como a da agressão física. Por ser  dissimulada,  a vítima nem sempre sabia, conscientemente, que estava sendo intimidada. Somente sentia a intimidação e começava a agir para evitar  “irritar” o companheiro.

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06 Aug(Português) A dificuldade em dizer adeus a um relacionamento


(Português) Há um comportamento, que tem se tornado característicos nos relacionamentos: o sumir. A pessoa se relaciona, demostra interesse, que está gostando – ou, pelo menos, a leitura do outro é essa – e um belo dia, simplesmente, some. Não atende telefone, não responde as mensagens de whatsapp e em alguns casos, bloqueia a, até ontem, pessoa amada. Sem explicação. Sem nenhuma palavra.

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30 Jul(Português) Ninho vazio. E agora, casal?


(Português) Primeiramente, para se adaptar ao ninho vazio – tempo do casal em que os filhos saem da casa para viver suas próprias vidas – os casais precisam gostar do vazio e da companhia um do outro. Os filhos preenchem e ocupam o dia a dia. Viram tema de conversa. Motivo de diálogo. Quando eles saem da casa, por maior o elo com eles, cria-se e uma distância. Surgirão dias em que o comentário não gira mais em torno deles. É nesse momento que o casal, volta a olhar um para o outro e reiniciar uma parceria amorosa. Ou não.

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16 Jul(Português) A pressão social para que tenhamos filhos


(Português) Quem é mulher, passou dos trinta anos e está num relacionamento sério ou mesmo solteira, deve estar sentindo a pressão social para ter filhos. Construímos, sem dúvida, uma sociedade com fortes traços individualistas. Com tudo de bom e tudo de ruim que isso significa. Um dos pontos positivos dessa sociedade que construímos – e provavelmente um dos motivos pelo qual lutamos por mais individualismo – é focar nossa atenção naquilo que realmente queremos. Nos permite maior liberdade de escolha. O que não impede que carreguemos o peso da cobrança familiar e social para cumprir o ciclo previsto de todo adulto: casar e ter filhos. De preferência, nessa ordem.

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02 Jul(Português) Família & Casamentos. Ampliando a roda de aprendizados


(Português) Dias desses fui convidada para ser a ceremonialista num casamento. São amigos queridos que acompanho desde que se conheceram. Escolhi falar sobre três pontos: amor e relacionamento – algo que, para mim, como tenho escrito por aqui, são coisas diferentes; o significado de celebrarmos um casamento – o compromisso que se assume perante o grupo social selecionado para estar presente; e por último, os elos que se criam ao unir dois seres humanos, ampliando os elos familiares. É sobre este último item que escrevo esta semana para refletirmos juntos.

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25 Jun(Português) Cinquentões e o valor da maturidade


(Português) Como ser uma pessoa de mais de cinquenta anos num país que valoriza a juventude? E quando falo juventude, me refiro a jovem, bem jovem. Tanto no espírito como no aspecto físico. Esse traço cultural é fácil de compreender quando se sabe que o Brasil, é um país preponderantemente jovem. Como tempo de história que tem como país, e, como idade média da sua população (no último censo do IBGE, mais da metade da população brasileira tinha até vinte e cinco anos).

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