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22 Oct(Português) As vantagens de ficar velho: maior liberdade e responsabilidade


(Português) Quando era adolescente uma mulher e homem de cinquenta anos eram velhos. Assim de simples. Se vestiam como velhos. Agiam como velhos já que se esperava deles esse tipo de comportamento. Ser velho era ter maturidade e maturidade tinha a ver, naquela época, com sobriedade, seriedade e, pelo menos no meu país ,o Peru, certa sisudez. A meta era ser um velho correto, aceito pela sociedade.

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16 Sep(Português) O silêncio do cidadão de bem


(Português) Hoje, meu caro e cara leitora, talvez meu texto não te agrade. Escrevi pensando em você que é um dos meus dez mil leitores mensais com quem tenho o prazer de compartilhar reflexões. Pensando no estilo de vida e pensamento que provavelmente compartilhamos por estarmos inseridos na mesma bolha social. Talvez você não queira ler até o fim. Mesmo assim, vou seguir o meu coração e escrever guiado por ele. Minhas palavras falam sobre algo que vem me incomodando profundamente: o silêncio e apatia dos bonzinhos e corretos. Vivemos num país pleno de injustiças sociais. A injustiça social existe provavelmente, desde tempos remotos e não são produtos exclusivos da nossa sociedade atual. O que é produto de nossa sociedade atual é sua manutenção e seu aprofundamento.

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16 Jul(Português) A pressão social para que tenhamos filhos


(Português) Quem é mulher, passou dos trinta anos e está num relacionamento sério ou mesmo solteira, deve estar sentindo a pressão social para ter filhos. Construímos, sem dúvida, uma sociedade com fortes traços individualistas. Com tudo de bom e tudo de ruim que isso significa. Um dos pontos positivos dessa sociedade que construímos – e provavelmente um dos motivos pelo qual lutamos por mais individualismo – é focar nossa atenção naquilo que realmente queremos. Nos permite maior liberdade de escolha. O que não impede que carreguemos o peso da cobrança familiar e social para cumprir o ciclo previsto de todo adulto: casar e ter filhos. De preferência, nessa ordem.

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25 Jun(Português) Cinquentões e o valor da maturidade


(Português) Como ser uma pessoa de mais de cinquenta anos num país que valoriza a juventude? E quando falo juventude, me refiro a jovem, bem jovem. Tanto no espírito como no aspecto físico. Esse traço cultural é fácil de compreender quando se sabe que o Brasil, é um país preponderantemente jovem. Como tempo de história que tem como país, e, como idade média da sua população (no último censo do IBGE, mais da metade da população brasileira tinha até vinte e cinco anos).

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16 May(Português) Fracassos que não são fracassos: a lenda de Kokopelli


(Português) Conheci a lenda do Kokopelli há muitos anos. A lenda está presente em diversas culturas e mesmo com algumas variações, mantém a mesma simbologia. A que eu conheci foi contada por uma descendente de índios dos Estados Unidos.

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16 Apr(Português) Notre Dame e o amor


(Português) Há menos de um mês estive em Paris. Finalizei minhas férias nessa cidade que, meu marido e eu, amamos. Logo no primeiro dia passamos na frente da Catedral Notre Dame. Mesmo tendo ido a Paris algumas vezes, entrar na Notre Dame, orar nela e admira-la por longo tempo, são partes indispensáveis do nosso roteiro em Paris. Ela é mais do que um simbolo. Para nós, é uma viagem pela história da humanidade. Nesses quase oito séculos de existência, Notre Dame foi palco e testemunha de fatos históricos que mudaram o destino de boa parte do mundo. Estar dentro dela, com essa perspectiva, é entrar num filme com personagens como Henrique VI da Inglaterra e Napoleão ao seu lado.

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05 Mar(Português) Sentindo Lisboa: Partir & Ficar


(Português) Lisboa é uma cidade daquelas que não estava na minha lista de lugares que queria conhecer. Ouvindo tanto falar sobre a “pulsante” cidade e aproveitando uma passagem aérea com preço imperdível, viemos passar uns dias. Descobri uma cidade em reconstrução, no processo de modernização, que me deixou com aquela sensação de “ainda não é, mas será”.

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19 Feb(Português) Donata e as bolhas nas quais vivemos


(Português) Acompanhei a polêmica sobre a festa da Donata Meirelles com tristeza. Tristeza porque me toca perceber como as pessoas têm se fechado em bolhas fazendo leituras sobre as outras, com pouco ou nenhum conhecimento real. Partem, comumente, de conceitos espalhados que ajudam a gerar preconceito. Esses conceitos criam uma ideia de mundo, que a imaginação humana alimenta com detalhes, aumentando o distanciamento entre as bolhas e gerando, muitas vezes, raiva.

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04 Jan(Português) João de Deus e nosso desejo da perfeição


(Português) As acusações trazidas a tona sobre o médium João de Deus no fim do ano me chocaram pela gravidade: abuso sexual de mulheres e de crianças. Gravíssimo. A parte do enriquecimento não me surpreendeu por ter percebido, a única vez que estive por lá, o foco que tinha no dinheiro, toda a organização em torno do médium. A espiritualidade, como eu a conheço, está para servir e menos, bem menos, para receber. Entendo que precise sobreviver, e para isso precise de fundos.

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19 Dec(Português) Quando o real não é suficiente


(Português) Gosto do que é real. Talvez por ter vindo de uma família que gostava da fantasia, e em alguns casos, da ilusão. Como contraponto sempre apontava o que era irreal. Claro que isso gerava desconforto. Para quem gosta de caminhar pelas sendas da ilusão, alguém que traga a realidade é incômodo. Chato.

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