14 ago(Português) O Dia dos Pais celebra os novos caminhos da masculinidade


(Português) No final de 2011, quando o Projeto Homens chegou ao fim, minha visão sobre o masculino tinha mudado bastante. Compreendi que ele estava tão oprimido com o modelo tradicional de homem – aquele durão, mulherengo, que o dinheiro e acelerar o motor do carro o faziam se sentir macho – quanto a mulher de carregar a vida familiar nas costas.

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07 agoO aumento da violência contra a mulher pode nos lembrar que a velha identidade masculina não quer morrer


Impossível não ficar mexido com as fortes imagens divulgadas pela polícia sobre o caso da advogada Tatiane Spitzner da cidade de Guarapuava no Paraná. As cenas mostram o marido, o professor Luís Felipe Mainvailer agredindo-a durante todo o trajeto que as câmeras de segurança do prédio onde viviam tiveram acesso. Como sabemos, ela morreu após queda do quarto andar. Não sabemos ainda se, como tudo indica, o marido causou a morte da Tatiane. O que está claro é a frieza com que ele a agrediu. Só observar o rosto dele dentro do elevador. Chocante. Triste. Revoltante.

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30 jul(Português) Os desafios da nossa ética nestes tempos de transição


(Português) Os EUA acabaram de divulgar o resultado da sua economia com um crescimento de 4,1% no 2° semestre. Maior crescimento desde 2014. Nada surpreendente se lembrarmos que o poder antigo, o poder sobre, faz a roda girar há muito, muito tempo. Ele criou praticamente todos os mecanismos que hoje regem os negócios. Lógico entender que ao voltar ao poder saberá fazer os ajustes necessários para que as coisas voltem ao status quo inicial. Status que traz prosperidade sim, embora isso não signifique distribuição de renda. 

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23 julO que aprendi com Nelson Mandela.


(Português) Ler a autobiografia do Nelson Mandela foi um dos meus deleites dos últimos tempos. A sua escrita despretensiosa e simples, devo confessar, inicialmente me desconcertou. Sempre tive o Mandela como um dos grandes líderes dos últimos séculos e por erro e hábito de avaliação, esperava um texto mais pujante, com as costumeiras frases de efeito que os livros de líderes costumam ter. Ledo engano. Ler Mandela é como ouvir um velho e doce homem numa preguiçosa tarde de domingo.

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17 julAs narrativas de poder na terra da rainha


(Português) Visitar os lugares históricos e museus de Londres significa entrar em contato direto com o poder. Um poder austero, sem afetação. E talvez por isso, parece bastante consciente da sua abrangência e força. De não haver muito espaço para a ilusão que costuma acompanhar o poder. Difícil não sucumbir a esse tipo de pod

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10 jul(Português) Os meninos da caverna na Tailândia e o sagrado


(Português) Acompanhei, bastante apreensiva, devo confessar, o desenrolar do caso dos 12 meninos presos numa caverna com seu treinador na Tailândia. Logo que vi a foto dos meninos sentados calmamente esperando, após nove dias desaparecidos, num local úmido, escuro, frio, com alimento e água para poucos dias a mais, pensei na grande diferença entre o Oriente e o Ocidente.

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02 julQual é a troca justa no amor aos 80 anos?


(Português) A tarde ensolarada e quente em Londres serviu de pano de fundo para um almoço delicioso no último domingo da nossa viagem. À medida que entrelaçávamos temas diversos, a diversidade oriunda de faixas etárias e nacionalidades distintas iam tornando nosso encontro rico e adorável.

À medida que íamos aprofundado as trocas, não pude evitar perguntar ao mais velho de nós, na faixa dos 80 aparentemente bem vividos, o que esperaria do amor a essa altura da vida. Respirando fundo me disse: lealdade.

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26 jun(Português) Por que ficar presos às lembranças dos amores vividos?


(Português) Muitas pessoas ficam presas a amores vividos no passado. Amores que se transformam em grandes roteiros que conduzem suas vidas. Os anos passam, possíveis novos amores chegam, mas aquele amor que ficou no passado, torna-se, injustamente, o que valida o futuro amor. Nesse cenário, é quase impossível, novos amores se tornarem realidade. Não há como competir com alguém que não está mais aí para viver toda a complexidade de uma relação. Com alguém que de certa forma, já está morto.

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13 jun(Português) A arte da diversidade: Barcelona


(Português) Anos atrás, quando ia abrir a behavior, conversei com algumas pessoas e recebi vários conselhos valiosos. Um deles tratava sobre a diversidade, que na época nem era conhecida com esse nome. Meu sonho era ter gente jovem antenada e com as características que, na época, representavam evolução: bilíngues no mínimo, viajados de preferência com um período de mochila nas costas e conectados com aquilo que havia de mais moderno nesses tempos: computador e acesso a e-mails.

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30 may(Português) A sabedoria de envelhecer


(Português) Cada um de nós tem um tipo de relação com a vida e por consequente, com a saúde e a beleza física. Estou entrando na meia idade com atenção total a tudo o que se passa nos meus corpos físico, emocional e intelectual. O que está claro para mim até agora, é que ficar mais velha requer muito mais de sabedoria do que de força e resistência física. E essa transferência de fonte de recursos leva um tempo para aprender.

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