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26 Nov(Português) Temos mais de uma alma gêmea?


(Português) Outro dia conversando com uma amiga surgiu a pergunta título deste texto: será que temos mais de uma alma gêmea? Ela tinha amado profundamente uma pessoa, ficaram juntos por anos muito importantes para ambos. Eram felizes até o momento que os ciclos da vida os afastou. No amadurecimento, os objetivos e a perspectiva sobre o futuro que ambos tinham foram se diferenciando até se tornarem inconciliáveis. Cada um foi tomando interesses e rumos diferentes. Reagindo à vida de forma diferente. Foi nesse momento, que após muita dor, se separaram.

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12 Nov(Português) Casamento de aparências. Por que ainda existe?


(Português) Desde jovem me questionava sobre o porquê um casal continuava junto sendo infeliz. Por ser uma pessoa observadora, desde pequena cresci notando casais assim. Lembro que ouvia as mulheres reclamarem seriamente de seus maridos. Ouvia os homens meio brincando, meio de verdade, lamentarem o fato de estarem casados. Via a reação das mulheres e, mesmo sem entender totalmente, notava que a frase dita pelos maridos, tinha base de verdade. Lembro que isso me fazia pensar sobre o que realmente significava o casamento para boa parte das pessoas. Era realmente por amor?

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29 Oct(Português) A Bela e a Fera no amor. Será que vale a pena?


(Português) Aprendi a gostar de filmes e desenhos animados da Disney com meu marido. O fato de ter aprendido a gostar mais deles como adulta, me faz vê-los com um olhar de pesquisadora e analisar as mensagens que eles transmitem para nós. Um dos contos de fadas que gostei de ver na grande telona e no palco como musical, A Bela e a Fera, é meu tema de reflexão neste texto. Para mim esse conto de fadas representa o que vejo bastante nas minhas pesquisas: a crença que cabe às mulheres a tarefa de transformar o monstro em um lindo e amoroso príncipe.

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22 Oct(Português) As vantagens de ficar velho: maior liberdade e responsabilidade


(Português) Quando era adolescente uma mulher e homem de cinquenta anos eram velhos. Assim de simples. Se vestiam como velhos. Agiam como velhos já que se esperava deles esse tipo de comportamento. Ser velho era ter maturidade e maturidade tinha a ver, naquela época, com sobriedade, seriedade e, pelo menos no meu país ,o Peru, certa sisudez. A meta era ser um velho correto, aceito pela sociedade.

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14 Oct(Português) O medo de feminizar o homem


(Português) Ao ler o comentário de um leitor no meu texto Homens Irresponsáveis e o Machismo pensei em como a equidade de gênero traz, para um bom número de pessoas, o medo do homem deixar de ser homem (e, logicamente, a mulher deixar de ser mulher). O comentário, que devo dizer achei confuso ao misturar temas e conceitos sem conectá-los claramente, representa, de certa forma, o receio que a equidade de gênero signifique perda de identidade. Não é à toa que o raciocínio, do comentário, seja confuso.

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09 Oct(Português) Relacionamentos. As negociações do amor na meia-idade


(Português) Amor. Todos queremos, todos sonhamos. Muito mais em ser amados do que em amar. Amor tem a ver com entrega. Amor tem a ver com responsabilidade. O amor é uma energia que se retroalimenta com o exercício de amar. Quanto mais amamos, mas sentimos o amor dentro de nós. Ser amados acalenta a alma.

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01 OctA solitude que alimenta o ninho vazio.


(Português) O mês passado falei sobre a dificuldade em viver uma nova fase do casal: o Ninho Vazio. Diversos comentários que recebi, me levaram a pensar o quanto é uma fase difícil. Junta as mudanças da faixa etária –mulheres entrando no climatério –, novo momento do casal, transformação de ciclo profissional… Tempo de transformações intensas especialmente para quem se dedicou quase que integralmente para a família.

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24 Sep(Português) A gente se acostuma a viver a vida tal qual está aí, não é mesmo?


(Português) Conversando com um amigo que acabou um casamento de dezesseis anos, pergunte há quanto tempo estava indo mal a relação. A resposta me chamou a atenção: “A relação ia mal. Só que a gente se acostuma e nem sequer se dá conta de que está ruim”. A fala do meu amigo me tocou profundamente numa semana que venho refletindo sobre nossa participação cívica (veja meu último post, “O Silêncio do Cidadão do Bem”). Me fez pensar no quanto a gente se acostuma com as coisas, sem questionar se estão certas ou erradas, se são boas ou ruins, ou, se poderiam ser melhores.

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16 Sep(Português) O silêncio do cidadão de bem


(Português) Hoje, meu caro e cara leitora, talvez meu texto não te agrade. Escrevi pensando em você que é um dos meus dez mil leitores mensais com quem tenho o prazer de compartilhar reflexões. Pensando no estilo de vida e pensamento que provavelmente compartilhamos por estarmos inseridos na mesma bolha social. Talvez você não queira ler até o fim. Mesmo assim, vou seguir o meu coração e escrever guiado por ele. Minhas palavras falam sobre algo que vem me incomodando profundamente: o silêncio e apatia dos bonzinhos e corretos. Vivemos num país pleno de injustiças sociais. A injustiça social existe provavelmente, desde tempos remotos e não são produtos exclusivos da nossa sociedade atual. O que é produto de nossa sociedade atual é sua manutenção e seu aprofundamento.

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10 Sep(Português) Relações familiares. Quem diz que são entre iguais?


(Português) Comentando com uns amigos sobre a última viagem em família que acabamos de realizar, ouvi o comentário: “viagem em família sempre acaba mal”. Creio que essa afirmação faz sentido por alguns motivos: em toda família há mágoas e ressentimentos. Sentimentos gerados, na grande maioria das vezes, pela expectativa de ações que esperamos que os outros façam. Acredito que há muita fantasia – o que considero bom – e ilusão – o que considero ruim – ao redor do significado de família na nossa sociedade.

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