• A vaidade no poder. Como escapar dela?

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Sobre o Blog

Aqui, a pesquisadora e pensadora, Nany Bilate aborda nos seus textos os Movimentos Humanos, estudo que apresenta as transições de valores e crenças sociais que apontam os caminhos que estamos escolhendo para criar uma nova realidade.

10 DezA vaidade no poder. Como escapar dela?


Tanto tempo observando as lideranças no mundo corporativo me ensinou que poucos conseguem suportar a vertigem da escalada rápida. A vaidade, tão bem promovida pelo mundo corporativo, como forma de capturar os profissionais capazes de gerar lucratividade, pega praticamente, todos. Como escapar? Difícil.

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05 DezO conforto da alienação ou a inquietação de agir no mundo?


Busquei iniciar as entrevistas do Projeto Uno logo após as eleições para captar o mais próximo possível o espírito das pessoas. Saber como o ambiente tóxico das eleições tinha tocado pessoas comuns. O quanto esse ambiente tinha influenciado sua visão de mundo. Especialmente no que se refere à identidade feminina e masculina. Centro dos meus estudos. Devo confessar que esperava encontrar pessoas com alto grau de agressividade. Algumas felizes pelo resultado e a fim da dar o troco pelos anos petistas; outras tristes e raivosas torcendo para que dê tudo errado. Ledo engano. O que tenho encontrado são características fortes nos brasileiros: delicadeza e desejo de paz.

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27 NovAs máscaras que ocultamos até de nós mesmos


Aprendemos desde cedo a colocar máscaras para lidar com o mundo. Nossos pais nos ensinam que não devemos expressar tudo o que pensamos e queremos dizer.  De certa forma, vamos aos poucos aprendendo a calar e mentir. Comportamentos que assumimos benéficos e corretos para morar em sociedade. Com o tempo, desenvolvemos também o traquejo social que vai criando nossa persona – personalidade que usamos para nos apresentar socialmente – a qual ativamos assim que colocamos o pé fora de casa. Costumamos ter várias personas. Cada uma adequada a cada núcleo social. Todas unidas a uma persona principal para representarem o mesmo ser humano com diversas facetas.

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21 NovO sonho de liberdade que nos assombra


“Sou feliz com a liberdade dentro da minha gaiola”. Lembro sempre dessa frase que ouvi de um participante do Projeto Homens em 2011. Ter esse nível de consciência, estou cada vez mais convencida, é para poucos. Pelo que percebo, a maioria de nós, sonha com um estado de liberdade que, na prática, temos pouco ou nenhuma coragem de encarar. Mesmo assim, o sonho da liberdade plena nos faz viver com toques de frustração e uma eterna insatisfação impossível de saciar.

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13 NovA masculinidade entre a sensibilidade e a fraqueza


Levantando dados para nutrir o Projeto Uno, projeto que alimenta os conhecimentos da behavior e deste blog, um dado me chocou: o suicídio é a principal motivo de morte dos homens abaixo de 45 anos na Inglaterra e nos Estados Unidos.  Mais: o número de suicídios de homens é quase quatro vezes maior que a de mulheres nesses dois países. Desse grupo de suicidas, nos Estados Unidos, a maioria pertence à raça branca.  Descartando assim a ideia de minoria que não encontrou seu lugar no mundo.

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07 NovEncantamento e paixão, emoções que alimentam nosso ser


Tem uma fase da vida que acreditamos que toda grande paixão se tornará um grande amor. Entramos nela sugados pelo magnetismo que a paixão é capaz de exercer e com a sensibilidade à flor da pele, vamos nos perdendo num mundo de emoções e sentimentos que não nos permite raciocinar. Costuma ser grande a decepção quando a paixão mingua e a promessa de amor eterno se dissipa no ar.

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22 OutO que é a beleza na terceira idade para você?


Esses dias recebi um elogio que me fez feliz e, claro, me fez pensar sobre a lógica que eu tenho sobre a beleza. Meu marido e eu estávamos falando sobre idade – nossas – e seus reflexos nas nossas vidas. Este tema tem nos circundado nos últimos anos, desde que chegamos à década de 50. Modificações claras e visíveis aconteceram rapidamente. Ambos somos cuidadosos com o físico e nossa aparência.  E optamos em fazer isso da forma mais natural possível. Nessa escolha, o corpo vai mostrando, gradativamente, o que é ficar mais velho sem grandes artificialidades.

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22 OutSeguindo em frente


Há alguns dias ouvi o Ricardo Jung falar sobre o período pós eleitoral. Com sabedoria e conhecimento, ele foi trazendo racionalidade ao momento quase histérico que tomou conta do país nas últimas semanas antes das eleições. Como ele mesmo disse, fomos todos levados a um estado de irracionalidade, onde o medo se tornou latente. Tudo graças às táticas eleitoreiras que tiveram como foco polarizar a discussão. Em ambiente polarizado, argumentos racionais e propostas estruturadas costumam ter menos apelo. Ataques e defesas costumam ser melhor notados.

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16 OutVamos colocar o amor em modo ON?


Ao começar a escrever o texto da semana minha iniciativa foi refletir sobre os comentários que tenho recebido nos meus posts e como eles refletem o momento atual. Enquanto ia organizando os temas pensei o quanto, com os ânimos exaltados como estão, a maioria estaria disposta a compreender outro ponto de vista. Acredito que pouquíssimas pessoas. A cegueira coletiva, comum em momentos como este, chegou e se instalou.

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10 OutOs hippies e os muros da normalidade


Quando estive em San Francisco em 2017 tive a sorte de ver uma das melhores exposições – pelo conteúdo, experiência proporcionada e storytelling – que vi nos últimos anos. Summer of Love Experience: Art, Fashion and Rock and Roll me tocou profundamente e fez rever minha visão sobre os chamados hippies da década de 60.

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